O melhor smartphone que já passou pelo INFOlab até o momento, o Atrix, da Motorola, com Android 2.2 tem detalhes que vão muito além do básico. Sua configuração parruda tem processador com dois núcleos de 1 GHz e memória RAM de 1 GB. A tela tem resolução alta (960 por 540 pixels) e proteção contra riscos. O principal destaque do Atrix é a possibilidade de usá-lo como um notebook. Para isso, o celular utiliza a Lapdock, um acessório vendido separadamente e que dá ao Atrix uma tela e um teclado, aproveitando seu processamento. Para isso, basta plugá-lo na parte traseira da dock. Nos testes do INFOlab, ao ser ligado a uma impressora laser pela USB da Lapdock, o Atrix identificou o driver e imprimiu sem complicações. Outra dock, a Padrão, já vem com o aparelho. Ela é multimídia e permite reproduzir fotos, vídeos e músicas direto na TV, usando a interface HDMI. Ela também pode ser usada para acessar arquivos e a internet. Com protocolo de comunicação DLNA, o Atrix pode reproduzir arquivos numa TV e dados de um computador. Possui leitor de impressão digital e interface Motoblur para redes sociais, que une todas as contas. A bateria tem boa duração e o preço chega a 1.493 reais.
Com o iPhone é assim: ou é o melhor smartphone da face da Terra, ou uma porcaria que nem consegue fazer ligações direito. A quarta versão do aparelho e seu problema de antena potencializaram as reações desproporcionais de ambos os lados – os críticos têm aproveitado para bater na velha tecla de que o celular é jogada de marketing e nada mais; os fanboys mantêm-se cegos, recusando-se a aceitar que sua joia tem um defeito. Testamos o brinquedo para comprovar algo já esperado: ele continua inigualável em muitos aspectos, principalmente quando o papo é facilidade de uso. Mas dá muitas bolas fora. O preço do iPhone 4 é 1.149 reais.


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