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domingo, 28 de agosto de 2011

5 smartphones top de linha

Foto: Getty Images





Das agendas eletrônicas aos palmtops, passando, é claro, pelos celulares simples, o trajeto tecnológico percorrido pelas ideias que viriam a convergir no smartphone não esteve livre de percalços. Mas as lições do passado não foram inúteis e, graças a elas, hoje podemos usufruir de produtos realmente admiráveis.

Para o trabalho e para o lazer, ou até mesmo para simplesmente entrar em contato com outras pessoas: os smartphones atuais cumprem todas essas atividades com eficiência. Nesse comparativo selecionamos os melhores aparelhos que já passaram pelo INFOlab. Alguns possuem melhor configuração, outros se destacam pela versatilidade, outros ainda se especializam na diversão, mas todos são celulares de excelente qualidade.

Para quem não valoriza recursos adicionais, como uma HDMI nativa, leitor biométrico, docks inclusas no pacote oficial para usar o smartphone como central multimídia ou fazer as vezes de netbook, o Galaxy S II é a opção mais forte do mercado. Com uma configuração de fazer inveja a qualquer outro, e um visual bem interessante, o aparelho da Samsung conquista por vários aspectos. Mas, para quem pretende expandir as fronteiras do smartphone, fazendo algo além do convencional, o Atrix toma a dianteira por ser mais versátil.

O adaptador MHL do S II, que permite exibir conteúdo em uma TV com resolução de 720p com HDMI ainda não é vendido oficialmente pela Samsung e, assim como no iPhone, os adaptadores costumam ser bem salgados. Esses e outros detalhes fazem com que o S II perca na nota para o Atrix, mas para o público geral, cujo o uso se limita ao smartphone, o aparelho é o melhor disponível no mercado.

Clique nas imagens para ler o review completo



Num corpinho com menos de 1 centímetro de espessura, o Galaxy S II GT-I9100, da Samsung, traz uma configuração arrasadora. A força do processador de 1,2 GHz com dois núcleos e a tela de 4,3 polegadas são as maiores entre os smartphones que já passaram pelo INFOlab. O resultado dessa combinação são respostas instantâneas, sensibilidade ao toque excepcional e menus, fotos e vídeos com um aspecto muito bom. A câmera de 8 MP apresenta resultados acima da média. Os arquivos ficam armazenados nos 16 GB de memória interna. Quer mais espaço? É só adicionar um cartão microSD. Para isso, é preciso remover a tampa traseira de plástico texturizado, que, para alguns, não foi a melhor escolha para manter o visual classudo. Também há quem ache que a telona deixou o aparelho com proporções um pouco exageradas e sinta falta de uma saída microHDMI e da sintonia de TV, função presente no antecessor. Com o sistema Android mais moderno por trás, o modelo faz bonito no software, com aplicativos para editar texto e sincronizar arquivos por Wi-Fi. Mas tudo isso tem um preço: 1.890 reais.


A Nokia apostou forte no design de seu novo smartphone, o N8. Equipado com o Symbian^3, o novo aparelho é o modelo esportivo da fabricante e traz uma câmera de 12 megapixels, processador de 680 MHz, 512 MB de memória RAM, slot para cartão microSD e um corpo único de alumínio, que não permite remover a bateria. A tela de 3,5 polegadas responde muito bem aos toques e na representação de cores. Mas, assim como outros smartphones top de linha, seu preço é elevado. O Nokia N8 é encontrado por1.417 reais.



Com menos de 1 centímetro de espessura, o Optimus Black já teve o passaporte carimbado pelo INFOlab em Março, quando ele não passava de um jovem protótipo. Agora ele volta mais maduro na sua versão final com algumas (não muitas) diferenças. Embora a configuração e a versão do Android (2.2) tenham permanecido a mesmas, algumas surpresas foram adicionadas, como o botão “G” que utiliza o acelerômetro para fazer a rolagem de tela. A LG também incluiu alguns aplicativos interessantes, como o Wi-Fi Direct, que transfere arquivos à menira do Bluetooth, e o Remote Call, que confere acesso remoto a um funcionário do suporte técnico caso haja algum problema com o aparelho. O Optimus Black custa 1.399 reais.



O Xperia Play, o aguardado Playstation Phone, é feito sob medida para quem adora jogos e faz questão de um smartphone eficiente. Só não espere dele todos os recursos de ponta do Android mais sofisticado ou do console de bolso mais irado. Os responsáveis pela diversão são controles com layout similar aos do videogame PS3 e os (até agora) poucos jogos otimizados para o Xperia Play. A resposta às ações pelas teclas direcionais X, quadrado, triângulo e círculo e os dois botões traseiros é rápida e precisa. O mesmo não pode ser dito dos controles touch, que assumem as funções das alavancas. Porém, depois de algum tempo jogando nos testes do INFOlab, várias pessoas reclamaram do cansaço nas mãos. O Xperia Play possui uma central onde ficam os games instalados (ele já vem com Bruce Lee Dragon Warrior, Fifa 10, Star Battalion e Sims 3) e uma vitrine para outros títulos. Porém, não se trata de uma loja. Ao escolher um, o usuário é direcionado para o site do desenvolvedor ou para o Android Market para fazer a compra. Dependendo do jogo, dá para travar disputas multiplayer pela internet ou efetuando uma conexão ponto a ponto por Wi-Fi entre dois Xperia Play. Infelizmente, ele não tem saída microHDMI e também não é dos mais baratos, saindo por 1.899 reais.


O melhor smartphone que já passou pelo INFOlab até o momento, o Atrix, da Motorola, com Android 2.2 tem detalhes que vão muito além do básico. Sua configuração parruda tem processador com dois núcleos de 1 GHz e memória RAM de 1 GB. A tela tem resolução alta (960 por 540 pixels) e proteção contra riscos. O principal destaque do Atrix é a possibilidade de usá-lo como um notebook. Para isso, o celular utiliza a Lapdock, um acessório vendido separadamente e que dá ao Atrix uma tela e um teclado, aproveitando seu processamento. Para isso, basta plugá-lo na parte traseira da dock. Nos testes do INFOlab, ao ser ligado a uma impressora laser pela USB da Lapdock, o Atrix identificou o driver e imprimiu sem complicações. Outra dock, a Padrão, já vem com o aparelho. Ela é multimídia e permite reproduzir fotos, vídeos e músicas direto na TV, usando a interface HDMI. Ela também pode ser usada para acessar arquivos e a internet. Com protocolo de comunicação DLNA, o Atrix pode reproduzir arquivos numa TV e dados de um computador. Possui leitor de impressão digital e interface Motoblur para redes sociais, que une todas as contas. A bateria tem boa duração e o preço chega a 1.493 reais.



Com o iPhone é assim: ou é o melhor smartphone da face da Terra, ou uma porcaria que nem consegue fazer ligações direito. A quarta versão do aparelho e seu problema de antena potencializaram as reações desproporcionais de ambos os lados – os críticos têm aproveitado para bater na velha tecla de que o celular é jogada de marketing e nada mais; os fanboys mantêm-se cegos, recusando-se a aceitar que sua joia tem um defeito. Testamos o brinquedo para comprovar algo já esperado: ele continua inigualável em muitos aspectos, principalmente quando o papo é facilidade de uso. Mas dá muitas bolas fora. O preço do iPhone 4 é 1.149 reais.

5 smartphones top de linha

Foto: Getty Images





Das agendas eletrônicas aos palmtops, passando, é claro, pelos celulares simples, o trajeto tecnológico percorrido pelas ideias que viriam a convergir no smartphone não esteve livre de percalços. Mas as lições do passado não foram inúteis e, graças a elas, hoje podemos usufruir de produtos realmente admiráveis.

Para o trabalho e para o lazer, ou até mesmo para simplesmente entrar em contato com outras pessoas: os smartphones atuais cumprem todas essas atividades com eficiência. Nesse comparativo selecionamos os melhores aparelhos que já passaram pelo INFOlab. Alguns possuem melhor configuração, outros se destacam pela versatilidade, outros ainda se especializam na diversão, mas todos são celulares de excelente qualidade.

Para quem não valoriza recursos adicionais, como uma HDMI nativa, leitor biométrico, docks inclusas no pacote oficial para usar o smartphone como central multimídia ou fazer as vezes de netbook, o Galaxy S II é a opção mais forte do mercado. Com uma configuração de fazer inveja a qualquer outro, e um visual bem interessante, o aparelho da Samsung conquista por vários aspectos. Mas, para quem pretende expandir as fronteiras do smartphone, fazendo algo além do convencional, o Atrix toma a dianteira por ser mais versátil.

O adaptador MHL do S II, que permite exibir conteúdo em uma TV com resolução de 720p com HDMI ainda não é vendido oficialmente pela Samsung e, assim como no iPhone, os adaptadores costumam ser bem salgados. Esses e outros detalhes fazem com que o S II perca na nota para o Atrix, mas para o público geral, cujo o uso se limita ao smartphone, o aparelho é o melhor disponível no mercado.

Clique nas imagens para ler o review completo



Num corpinho com menos de 1 centímetro de espessura, o Galaxy S II GT-I9100, da Samsung, traz uma configuração arrasadora. A força do processador de 1,2 GHz com dois núcleos e a tela de 4,3 polegadas são as maiores entre os smartphones que já passaram pelo INFOlab. O resultado dessa combinação são respostas instantâneas, sensibilidade ao toque excepcional e menus, fotos e vídeos com um aspecto muito bom. A câmera de 8 MP apresenta resultados acima da média. Os arquivos ficam armazenados nos 16 GB de memória interna. Quer mais espaço? É só adicionar um cartão microSD. Para isso, é preciso remover a tampa traseira de plástico texturizado, que, para alguns, não foi a melhor escolha para manter o visual classudo. Também há quem ache que a telona deixou o aparelho com proporções um pouco exageradas e sinta falta de uma saída microHDMI e da sintonia de TV, função presente no antecessor. Com o sistema Android mais moderno por trás, o modelo faz bonito no software, com aplicativos para editar texto e sincronizar arquivos por Wi-Fi. Mas tudo isso tem um preço: 1.890 reais.

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Projeto conceitual da Samsung mostra TV sem tela!

Há alguns anos, as televiões com imagens em 3D pareceriam fruto de filmes de ficção científica. Talvez, hoje, o conceito chamado de Samsung MSTV 3-D TV dê a mesma sensação. Criada pelo designer Joseph Dumary, o aparelho seria a televisão mais fina já fabricada e a primeira a ser vendida em partes separadas.

Samsung MSTV 3-D TV exibe imagens em 3D (Foto: Divulgação)

A base tem um visual minimalista. Segundo a proposta do designer, ela seria adquirida em separado. Isso porque, tendo ela em mãos, seria possível ao consumidor escolher um dos tamanhos pré-concebidos de tela de sua preferência, já que todos seriam compatíveis com a mesma base. Entre as opções estariam 22, 32, 42, 46, 55 e 64 polegadas.

Os modelos de tela da Samsung MSTV 3-D TV variam segundo o gosto do freguês. Dumary previu a fabricação dos especiais para gamers e para os que gostam de assistir a filmes, por exemplo. Além disso, o invento prevê imagens em três dimensões sem que sejam necessários os óculos especiais, muitas vezes bastante incômodos.
Tela transparente da Samsung MSTV 3-D TV (Foto: Divulgação)

A televisão também poderia ser conectadas a smartphones, para que os aparelhos funcionassem como controles remotos. Caso você não tenha um controle ou um smartphone em mãos, a mudança de canais e o acesso às funções básicas da Samsung MSTV 3-D TVpoderiam ser feitos através de comando de voz ou simplesmente pressionando a própria tela, que conta com sistema touchscreen.

Finalmente, o design é um ponto extra. Minimalista e extremamente bonita, a televisão hightechfacilmente se tornaria um objeto de desejo. Quando desligada, a tela transparente dá um charme a mais a qualquer ambiente. Infelizmente, não há previsão de que este conceito se torne um produto real.

Aprenda como criar sua própria rede Wi-Fi sem roteador

Nível: Intermediário
Material necessários: Uma conexão de banda larga , um computador com placa de rede sem fio ou adaptador USB para Wi-Fi, sistema operacional Windows 7 ou XP.
Número de passos: 4

A possibilidade de se acessar a internet de qualquer lugar por redes sem fio se tornou realidade para muita gente. Com uma conexão dessas, você pode simplesmente carregar o seu notebook para qualquer lugar e usar a internet sem ter que conectar e desconectar cabos o tempo inteiro. Mas o que muita gente ainda não sabe é que é possível criar uma rede sem fio na sua casa ou escritório sem o uso de um roteador Wi-Fi (rede esta também conhecida como "ad-hoc").

Antes de começar, é importante saber o que você perde ao abrir mão do roteador: Primeiramente, é bom destacar que segurança não é o ponto forte desse tipo de rede. Portanto, dê preferência a usar esta rede sem fio em casa, apenas. Também é necessário, caso sua máquina seja mais antiga, adquirir um adaptador Wi-Fi para o seu computador (trata-se de uma pecinha USB que pode ser encontrada em qualquer loja do ramo).
Exemplo de rede com roteador, à esquerda, e rede ad-hoc, à direita (Foto: Arte/TechTudo)

Mas se você já tem uma conexão de internet e seu computador já possui uma placa de rede sem fio (notebooks geralmente já o tem instalado), mas você ainda não tem um roteador Wi-Fi, então acompanhe este tutorial que o TechTudo fez para você e aprenda como montar a sua própria rede sem fio.

No Windows 7


Passo 1. Abra a "Central de Rede e Compartilhamento" no Painel de Controle do seu computador e selecione a opção "Rede Doméstica", caso ela já não esteja marcada.

Passo 2. Clique em "Gerenciar redes sem fio" no menu lateral e depois acesse o botão "Adicionar". Uma nova janela será exibida, com opções para você criar sua rede. Basta clicar em "Criar rede ad hoc".

Passo 3. A janela seguinte é uma introdução para o procedimento de configuração da sua rede sem fio. Apenas avance.

Passo 4. Depois disso, você terá a opção de indicar o nome da rede. Crie um nome que o identifique para você, quando precisar buscá-lo em outros dispositivos.

Passo 5. Logo abaixo, deixe selecionada a opção "WPA2-Personal" sobre o tipo de segurança e crie uma senha com pelo menos 8 dígitos. Por fim, marque a opção "Salvar esta rede".

Passo 6. Clique em "Avançar" e pronto! Você criou a rede. Agora vamos compartilhar a conexão de internet.

Passo 7. Para permitir que outros computadores também tenham acesso à internet sem fio, você deve ativar o "Compartilhamento de Conexão com a Internet" no computador principal da rede.


Passo 8. Clique com o botão direito do mouse em “Conexão de rede sem fio” no painel de controle e depois em “Exibir redes sem fio disponíveis”.

Passo 9. Acione o link “Alterar configurações avançadas” e depois selecione a opção “Redes sem fio – Avançado”.

Passo 10. Entre as opções de conexão, ative a “Apenas redes ad-hoc”. A partir desta etapa a configuração da rede é bem semelhante ao do Windows 7. Basta adicionar uma rede e definir nome e senha antes de concluir.

É importante ressaltar que alguns poucos dispositivos não possuem suporte à redes ad-hoc, portanto, verifique se o seu celular ou televisão são capazes de realizar este tipo de conexão, se for o seu caso. Notebooks, netbooks e outros computadores, em geral, não possuem problema algum em reconhecer essas redes.

Outro detalhe essencial que não deve ser esquecido é que se o computador principal da rede for desligado, a rede será desligada. É obvio, mas não custa nada lembrar.

Saiba como usar seu Android ou iPhone como detector de mentiras

Nível: Básico
Aplicativo: Advanced Lie Detector Plus para Android e iPhone.
Passos: 4

Você já desejou utilizar um detector de mentiras, como nos filmes, para desmascarar um mentiroso? Bem... o aplicativo Advanced Lie Detector pode resolver seus problemas. O detector de mentiras capta o nível de estresse da voz (de zero a cem) e mostra na tela do seu smartphone se alguém está mentindo ou não.

Quando os níveis alcançarem níveis entre 0 e 50, significa que a pessoa está falando a verdade. Por outro lado, se o nível de estresse estiver entre 60 e 100, é bem possível que o analisado esteja mentindo. Experimente o Advanced Lie Detector para se divertir com seus amigos:
Tela de captura do nível de stress da voz (Foto:
Divulgação)

Passo 1. Instale o aplicativo Advanced Lie Detector Plus no seu Android ou iPhone;

Divirta-se identificando mentiras

Passo 2. Ao abrir o aplicativo, você encontrará a tela de medição do seu nível de estresse e alguns botões no menu inferior. Para identificar se alguém está mentindo, clique no botão "microfone". Quando finalizar, clique em “Done” e aguarde a análise;

Analise o nível de estresse

Passo 3. Para ouvir o que foi dito e visualizar como o medidor de mentira se comportou, clique no botão “play”. Observe que valores os ponteiros atingem em relação ao nível de estresse;

Passo 4. O aplicativo apresentará então um gráfico com as variações da fala, definindo pelas cores: verde (verdade), amarelo (tenso) e vermelho (mentira). É só analisar para saber se a pessoa está contando uma mentira.

LG Optimus Sol, um smartphone Android com tela Ultra AMOLED

A LG anunciou oficialmente nesta segunda-feira (22) o smartphone Optimus Sol (também conhecido como LG-E730). Rodando a última versão do Android (Gingerbread), o aparelho chama se destaca por sua nova tela Ultra AMOLED.

LG Optimus Sol (Foto: Divulgação)

O nome Sol tem a ver com essa tela que aLG adicionou ao produto, denominada Ultra AMOLED, capaz de exibir imagens de forma mais clara e nítida, mesmo quando o aparelho está exposto ao ar livre, em um dia ensolarado.

O problema é claro para quem já usa smartphones há um tempo: para economizar um pouco a bateria do smartphone, o brilho da tela do dispositivo costuma ser reduzido, o que dá resultado, mas tem os seus efeitos imediatos quando o aparelho fica exposto ao Sol. A visualização das informações na tela se torna algo muito difícil ou impraticável. Com essa tela de Ultra AMOLED, esse problema acaba.

Esse novo display ainda possui duas telas reflexivas, que reduzem a degradação da qualidade da imagem quando exposto ao Sol. Segundo a LG, a tela é perfeita para quem usa o smartphone mais tempo fora de casa ou do escritório, sem causar o desconforto de ter que ajustar o brilho da tela do dispositivo o tempo todo.

Para os demais recursos, o LG Optimus Sol é um aparelho considerado mediano, vendido como "o smartphone Android com processador de 1 Ghz com tela AMOLED mais acessível do mercado".

Sua tela possui 3.8 polegadas, e seu case apenas 9.8 milímetros de espessura. O modelo vem com a versão 2.3 (Gingerbread) do sistema operacional Android, suporte ao Flash 10.1, câmera de 5 megapixels com foco automático, conectividades DLNA, Wi-Fi, 3G e GPS.
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Segundo a LG, o Optimus Sol será lançado na Europa na segunda quinzena do mês de setembro, e o lançamento na América do Sul acontecerá no mês de outubro. O modelo virá com três opções de cores (branco, preto e titânio), dependendo da região do lançamento. Seu preço oficial ainda não foi anunciado, mas a LG garante que ele será o mais barato de sua categoria.

Steve Jobs deve continuar na diretoria da Disney

Embora Steve Jobs tenha deixado o comando da Apple nesta quarta-feira (24), parece que a aposentadoria, de fato, está longe de acontecer. Além de prosseguir atuando como integrante do conselho da Apple, o ex-CEO da maçã deve continuar como membro da diretoria Disney, cargo que ocupa há cerca de cinco anos.

Steve Jobs (Foto: Reprodução)

A participação de Jobs na Disney faz dele o maior acionista da companhia. Ele é dono de nada menos que 7,4%, com US$ 138 mi em ações. A relação do visionário com a Disney sempre foi assim, repleta de cifras milionárias. Após comprar a Pixar Animation da Lucasfilm em 1986, o fundador da Apple atuou durante muito tempo aplicando suas ideias na empresa de animação. Em maio de 2006, o investimento resultou em um enorme negócio: a Pixar foi vendida para a Disney por US$ 7,4 bi.

A permanência do ex-CEO, no entanto, pode desagradar uma série de outros acionistas. No início deste ano, houve tentativas de barrar a reeleição de Jobs para a diretoria. A justificativa envolve os problemas de saúde do empresário, que luta contra um raro tipo de câncer no pâncreas desde 2003. Por isso, ele foi o único membro a não conseguir comparecer a, no mínimo, 75% dos compromissos profissionais envolvendo a Disney.

A notícia é um bom indício. Os mundos do entretenimento e da tecnologia perderiam - e muito - com a saída de um homem como Steve Jobs. Parece que o fundador de uma das maiores empresas do mundo continuará a atuar durante ainda alguns anos.

Internet banda larga do governo por R$ 35 começa nesta terça-feira

Serviço começa na cidade de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás.
Interessados têm que pagar R$ 300 por modem.


Do G1, em São Paulo


O município de Santo Antônio do Descoberto, em Goiás, é o primeiro a receber o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) nesta terça-feira (23), permitindo que os moradores da cidade possam contratar o serviço de internet rápida de 1 Mbps por R$ 35.

O serviço é oferecido pela Sadnet, uma prestadora de serviços de telecomunicações da cidade que tem cerca de 60 mil habitantes e está a cerca de 50 quilômetros de Brasília. O contrato entre a empresa e a Telebrás foi assinado no dia 8 de junho e, na época, foi dito que o serviço seria disponibilizado em 30 dias.

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Entretanto, o gerente de Rede da Sadnet, Bruno Souza Santana, disse no dia 1º de agosto que a empresa já tinha condições de vender os planos dentro do PNBL, mas ainda não começou a fazê-lo porque aguardava a inauguração oficial do programa, prevista para acontecer em evento na cidade no dia 23 de agosto. Ele também disse que aguardava a presença do do ministro das Comunicações, Paulo Bernardo.

Os interessados em adquirir internet por R$ 35 precisam, também, pagar R$ 300 pelo modem, preço que poderá ser parcelado em 12 vezes no cartão de crédito.

O Plano Nacional de Banda Larga teve seu lançamento oficial em maio de 2010. Seu objetivo é massificar até 2014 a oferta de acessos de internet banda larga para a população. O plano será coordenado pelo Ministério das Comunicações e operado pela estatal Telebrás.

Steve Jobs deixa a Apple para entrar para a história


Steve Jobs (Foto: Reprodução)

A renúncia de Steve Jobs do cargo de CEO da Apple marca o fim de uma era na indústria da tecnologia. Isto pode até parecer um lugar comum, mas neste caso não existe nenhum exagero, afinal estamos falando do homem que criou o iPod e o iPhone, sem falar no iPad.

O objetivo de Steve Jobs sempre foi criar a melhor experiência possível para o usuário dos aparelhos, algo que se tornou uma verdadeira obsessão. A sua eterna busca pela simplicidade e o cuidado que ele tem com os produtos da Apple, desde a embalagem até o sistema operacional, são o principal motivo para a Apple ter saído de uma situação de quase falência até se tornar a empresa de capital aberto mais lucrativa do mundo.

Muitos acreditam que a empresa está fadada ao fracasso sem a presença do seu CEO, mas eu discordo, pois Steve Jobs não iria sair da empresa sem planejar com os mínimos detalhes como seria a sua sucessão. Ao longo da sua vida, Jobs sempre foi tão polêmico quanto genial, e como ele ainda vai continuar sendo o Presidente do Conselho da Apple, ainda veremos a sua influência em muitos produtos. Sua trajetória na empresa foi de muitos altos e um único ponto baixo, sua renúncia em 1989 sob a pressão do Conselho da Apple liderado pelo CEO John Sculley, que tinha sido recrutado pelo próprio Jobs, mas antes disto, muita coisa aconteceu.

O início da Apple


Voltando ao começo, Steve Jobs começou construindo computadores na garagem ao lado do seu amigo e sócio Steve Wozniak. No meio dos anos 70, os dois amigos se divertiam criando versões de um aparelho chamado Blue Box, que emitia o som de tons e permitia que se fizessem ligações de graça para qualquer lugar do mundo. Pouco tempo depois, Steve Jobs estava trabalhando na Atari, e teve a grande sacada de levar o seu grande amigo para lá, onde eles criaram um jogo (Breakout, uma versão do clássico jogo Pong) em apenas 4 dias. Ao ver o jogo rodando em uma TV colorida (com uma simples bola que mudava de cor), os dois perceberam que o uso das cores era um grande diferencial, o que teria uma grande influência nos computadores que os dois criariam juntos.

Em 1976, Woz construiu na garagem o Apple II, quando ainda trabalhava na HP, e Steve Jobs se mostrou a pessoa ideal para vender o aparelho, o que os tornou os dois grandes pioneiros do computador pessoal. Em breve chegaram os investidores, e a Apple nunca mais seria a mesma. Uma visita a Xerox mudou a cabeça dos dois, ao conhecerem um sistema operacional com janelas e um mouse como interface. Um grande passo nesta direção foi o Lisa, lançado em 1983, que não teve sucesso por ser complicado e caro demais. Pouco tempo depois Jobs se juntou ao “time Macintosh”, e apresentou o primeiro Mac em 1984.

Assista ao histórico vídeo de lançamento do primeiro Macintosh clicando abaixo:



O primeiro Macintosh foi lançado com um anúncio simplesmente antológico no Super Bowl, um vídeo dirigido por Ridley Scott, com uma referência direta ao clássico “1984” de George Orwell fazendo um ataque direto ao “grande irmão”, que no caso era a IBM. Depois que Steve Jobs saiu da Apple, renunciando após ser pressionado pelo Conselho da empresa, ele fundou a NeXT Computer, que não teve sucesso comercial mas era realmente revolucionário, com um sistema operacional que foi usado como base para o OS X que conhecemos hoje. Vale destacar que um NeXT Workstation foi o primeiro servidor web do mundo, usado pelo pioneiro Tim Berners-Lee, criador da World Wide Web. Enquanto esteve fora da Apple, Steve Jobs aproveitou para fundar a Pixar Animation Studios, da qual também foi o primeiro CEO. A Pixar foi comprada pela Walt Disney Company em 2006, o que tornou Steve o maior acionista individual da Disney.

A rápida Era NeXT


Em uma reviravolta do destino, a Apple comprou a NeXT, e quando Steve voltou para sua empresa não perdeu tempo, e começou a lançar produtos simples e geniais, que levaram a Apple a se tornar uma verdadeira gigante no mercado de tecnologia. O primeiro produto desta retomada foi o iMac, lançado em 1998, e que quebrou paradigmas tanto pelo formato quanto pela ousadia de abandonar de vez o disquete como meio de armazenamento. Em 2001, percebendo que a Sony estava tendo dificuldades para adaptar o sucesso do Walkman para o mundo dos arquivos MP3, Steve lançou o primeiro iPod, que unia a facilidade de uso com espaço para muitas músicas, o que mudou para sempre o panorama da indústria musical. No mesmo ano, Steve lançou a primeira loja da Apple, criando a maneira ideal para vender seus produtos.
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A revolução do iPhone


Em 2007, Steve lançou o iPhone, que apesar das inúmeras limitações, se tornou um incrível sucesso de vendas. Sua grande tela multi-touch mudou os rumos da indústria de telefonia, que se esforçou para acompanhar a nova tendência. No ano seguinte chegou o iPhone 3G e a App Store, que facilitou a forma de vender aplicativos mobile e se tornou um imenso sucesso, catapultando ainda mais as vendas do iPhone e outros dispositivos com o sistema iOS. As atualizações anuais do iPhone foram trazendo os recursos tão pedidos, e oiPhone 4 é hoje o smartphone mais vendido do mundo.

Assista ao keynote de lançamento do iPhone em 2007 clicando abaixo:


Seu último grande ato na Apple foi o lançamento do iPad, que apesar das críticas dos concorrentes, conseguiu criar um nicho novo e praticamente decretou a morte dos ultra populares netbooks. Quando Steve Jobs apresentou o iPad como algo "mágico e revolucionário", os críticos duvidaram, mas assim que os usuários experimentaram o tablet, viram que ele não estava exagerando nem um pouco. O lançamento do iPad 2 trouxe muitas melhorias, e tudo indica que o iPad 3 vai ser revolucionário, assim como o iPhone 5. 

Nem tudo o que a Apple lançou sob o comando de Steve Jobs foi um sucesso de vendas, mas muitos fracassos serviram de base para outros produtos que revolucionaram o mercado. É incrível perceber a unidade da linha de produtos da Apple, desde o MacBook Air, passando pelo Apple TV, todos os modelos do iPod, o iPad até o topo de linha Mac Pro. A sua parceria com o designer Jonathan Ive envolve a criação de muitos protótipos que são exaustivamente testados e aperfeiçoados até se tornarem o produto final. Confira a biografia de Steve Jobs no site da Apple. 

Começa a Era Tim Cook


Agora o seu herdeiro e fiel escudeiro Tim Cook, terá a missão de manter a Apple no rumo da inovação, sempre contando com a ajuda de Steve Jobs, que como Presidente do Conselho, ainda vai continuar exercendo uma grande influência sobre a empresa. Como o próprio Steve Jobs disse em sua carta de renúncia, “os dias mais brilhantes e inovadores da Apple ainda estão por vir”. Será que alguém ainda tem alguma dúvida? 

Recentemente Steve apresentou o projeto do Apple Campus, mostrando o quanto se importa com a Apple e como acredita no seu futuro. Não existe uma maneira melhor para terminar este texto e prestar uma homenagem ao grande Steve Jobs do que mostrar os vídeos do seu discurso para uma turma de formandos em Stanford (legendados em português). 

Se você ainda não assistiu esta verdadeira lição de vida, não perca tempo e faça isto agora mesmo! 

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

"Não há razão para não seguir seu coração"


Wikimedia Commons
 

Steve Jobs, durante célebre discurso em Stanford


São Paulo - A fabulosa trajetória de Steve Jobs, ex-CEO da empresa de tecnologia mais valiosa do mundo, tem origem na obsessão de sua mãe biológica em assegurar-lhe um curso superior, o que ele rejeitaria quando adulto.


Filho de uma jovem mãe solteira de San Francisco, Steve, foi oferecido para adoção poucas semanas após nascer. Sua mãe queria que uma família de pessoas graduadas em universidade o adotassem. A primeira tentativa de adoção ocorreu quando a mãe de Jobs o ofereceu a um casal de advogados.

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Steve Jobs

Após concordar com a adoção, o casal mudou de ideia ao receber Jobs. Segundo a mãe biológica de Jobs, os advogados argumentaram que, na verdade, prefeririam adotar uma menina. Então outro casal pediu a adoção de Jobs, que foi concedida por sua mãe biológica.

Paul e Clara Hagopian Jobs, os pais adotivos de Jobs, quase o perderam após a adoção pois, ao contrário do que informaram à mãe biológica do fundador da Apple, eles não eram graduados. Para manter o filho adotivo, o casal comprometeu-se a pagar-lhe uma faculdade em sua vida adulta. Quando completou 17 anos, Jobs entrou no Reed College, mas desistiu 18 meses depois.

Em famoso depoimento a formandos da Stanford University, Jobs explicou que não via sentido ao ver seus pais adotivos gastarem toda sua renda para pagar-lhe uma faculdade que ele considerava pouco útil a seus planos. Fora das aulas regulares, Jobs estudou caligrafia na Reed College, o que considera fundamental para o sucesso da Apple. “Graças as aulas de caligrafia ganhei o conhecimento de design que fez toda a diferença na história da Apple”, conta Jobs em seu discurso em Stanford. Em seu keynote na universidade americana, Jobs atribui o segredo de sua trajetória de sucesso a capacidade de “unir os pontos” entre os diferentes acontecimentos em sua vida, como valorizar o design e dedicar-se a algo que gosta. “Tive sorte de descobrir cedo o que eu amava na vida. Conheci Steve Wozniak e começamos uma empresa totalmente inovadora”, lembra.

Ao falar de sua paixão pela Apple, Jobs relembra que, mais uma vez, foi rejeitado. “Eu fui demitido de uma empresa que eu mesmo criei. Eu fui rejeitado, mas continuei apaixonado (pela Apple)”, conta. Fora da Apple, Jobs casou-se com sua atual esposa, Lorena, e fundou a Pixar e a NeXt, esta última uma empresa que acabaria comprada pela Apple em 1996 e asseguraria o retorno de Jobs à companhia. “Ser demitido foi a melhor coisa que me aconteceu.

Como um iniciante, vivi o período mais criativo de minha vida”, afirmou. Jobs diz ainda que após sua decepção com a saída da Apple só seguiu em frente por que era apaixonado pelo que fazia. “Você só consegue seguir em frente quando ama alguma coisa de verdade. Eu nunca perdi a fé”, disse. No mesmo discurso, Jobs fala sobre a perspectiva de morrer.

“Lembrar que você vai morrer faz você concentrar as atenções nas coisas realmente importantes”, anotou ao lembrar de quando foi informado que tinha um câncer no pâncreas, em 2004. “A morte é a melhor invenção da vida. Ela tira o que é velho do caminho e abre espaço para o novo”, afirma. Na conclusão de seu discurso, Jobs diz que não há razão para não seguir o que seu coração pede para ser feito.

Tim Cook é incógnita para o mercado

Por Felipe Zmoginski, de INFO Online
• Quarta-feira, 24 de agosto de 2011 - 20h56

Divulgação
 
 
Cook: superação pessoal e falta de carisma

São Paulo - Não foi à toa que a Apple, a empresa de tecnologia com maior valor no mercado de capitais no mundo, esperou o encerramento do pregão da Nasdaq para anunciar que Steve Jobs não será mais o CEO da companhia.

Com a saúde frágil desde 2004, quando se afastou da Apple para tratar um câncer no pâncreas, Jobs é considerado por analistas e investidores como uma figura sem substitutos no mercado.

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Desde que retornou à empresa que fundou em 76, com o sócio Steve Wozniak, há 15 anos, esta é a terceira vez que o principal executivo da maçã deixa o posto de CEO. É a primeira, no entanto, que este anúncio é feito em caráter definitivo, já que nas oportunidades anteriores a companhia deixou claro que Jobs se afastaria temporariamente das funções.

Em todos estes casos, o substituto de Jobs foi Tim Cook, chefe de operações da Apple e executivo da companhia há 13 anos. Cook chegou à maçã para liderar a divisão de Macs e é considerado um especialista em vendas e varejo. Sob sua liderança, a Apple ganhou participação de mercado na venda de computadores pessoais.

Filho de um jardineiro e uma dona de casa do Alabama, Cook formou-se em engenharia pela Universidade de Auburn e cursou M.B.A na Universidade de Fuqua. Apesar do currículo irretocável e da trajetória de superação pessoal, Cook não inspira o carisma e a personalidade brilhante de seu antecessor.

Prova disso é que sempre que assumiu as funções de CEO, a reação imediata do mercado foi de baixa nas ações da Apple. Mais do que os escândalos de suicídios na fornecedora chinesa Foxconn e das derrotas nos tribunais em disputas por patentes, nada teve efeito tão devastador sobre os papéis da Apple em bolsa que os afastamentos de Jobs. Na última vez em que se afastou da companhia, em janeiro desde ano, os papéis da empresa chegaram a recuar 7% na bolsa eletrônica Nasdaq.

Nos relatórios de analistas distribuídos ao mercado, instituições como JP Morgan e Merryl Linch, alertam para a ausência na Apple de um substituto capaz de manter o ritmo de inovação da companhia, responsável principal pela elevada valorização que a empresa registra desde 2007, quando apresentou ao mercado o primeiro iPhone.

A média dos analistas atribui diretamente a Jobs inovações como a criação do iPad e coloca em xeque a capacidade da empresa em manter-se a frente dos competidores sem a visão criativa de Jobs. Oficialmente, porém, o guru da Apple, continuará a opinar sobre os rumos da empresa, a partir de seu novo cargo, chaiman do conselho de administração.

Steve Jobs não é mais presidente da Apple




SÃO PAULO - Co-fundador e maior ícone da Apple, Steve Jobs se despediu do comando da empresa alegando não ter mais condições de exercer o cargo de CEO.

No final da tarde de hoje (horário de Brasília), começou a ser espalhada pela internet uma carta em que Steve Jobs da adeus ao comando da empresa que fundou em 1976, na Califórnia, ao lado de seu amigo Steve Wozniak. No documento, prontamente reconhecido de forma oficial pela Apple, Jobs afirma não ter mais condições de continuar na posição de líder da empresa.

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Veja íntegra da carta de despedida de Steve Jobs

“Sempre disse que no dia em que eu não conseguisse mais responder aos meus deveres e expectativas como CEO da Apple, eu seria o primeiro a tornar isso notório. Infelizmente, esse dia chegou”, escreveu.

Embora não tenha citado os motivos de sua saída, os graves problemas de saúde que o executivo enfrenta já eram apontados como o obstáculos para a continuidade de Jobs no cargo. A luta contra um câncer no pâncreas começou em 2004, deixando sequelas. Em 2009, Jobs foi submetido a um transplante de fígado.

No anúncio, Jobs indica como seu sucessor o atual COO (Chief of Operation Office) da empresa, Tim Cook, e se diz a disposição para continuar atuando como um conselheiro que colabore para “o sucesso de Cook neste novo papel”.

No final da carta de despedida, em tom emocionado, Jobs agradece aos colegas de trabalho.“Fiz alguns dos meus melhores amigos da minha vida na Apple, e agradeço a todos por ter trabalhado por tantos anos junto de vocês”.

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Celulares aumentam risco de infertilidade, revela pesquisa

Pesquisadores dos Estados Unidos e outros lugares ao redor do mundo constataram que as ondas de rádio que são emitidas pelos celulares podem não somente causar câncer, como sempre foi dito, mas também auxiliar na infertilidade masculina.
 
Celular, que pode emitir ondas que afetam
a fertilidade masculina (Foto: Divulgação)

A pesquisa, publicada em um jornal da Sociedade Americana de Andrologia, afirma que foram realizados uma série de estudos com humanos e outros animais, onde foi exposta certa quantidade de esperma de indivíduos saudáveis e não fumantes com as ondas de rádio dos celulares. O resultado é que a quantidade e qualidade dos espermatozoides diminuiu para estes, o que não aconteceu com outros que não foram expostos a estas condições.

A diferença entre os dois grupos foi que os que sofreram com as ondas de rádio tiveram a capacidade motora reduzida, além do próprio tamanho e forma alterados.

Em outro experimento, alguns ratos viveram por quatro meses em uma caixa onde haviam alguns celulares abaixo dela, ligados seis horas por dia. Após este período, a quantidade de esperma vivo dos ratos caiu em 25%, e os espermatozoides também se concentraram em pontos específicos, diminuindo a chance de fecundação.
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Ainda não está clara a real interferência que estas ondas causam, ou se é apenas o próprio calor gerado pelo celular que altera as funções reprodutivas masculinas, já que o esperma vive em uma temperatura 4 graus abaixo do restante do corpo humano.

De qualquer forma, a notícia é preocupante para nós, homens. Será que esta é uma desculpa para não atender ao celular? Para ler toda a pesquisa, em inglês, clique aqui e baixe o arquivo PDF.

A história de Counter-Strike

Hoje em dia é difícil encontrar pessoa que goste de videogames e que nunca tenha jogado ou ao menos visto Counter-Strike em casa ou em uma lan house. Este jogo viciante com regras simples e dinâmicas nasceu de um simples mod, e poucos apostaria que se tornaria um grande sucesso. Mas uma empresa acreditou em seu sucesso: Sim, a toda-poderosa Valve.

Counter-Strike: Source (Foto: Divulgação)

O jogo (também conhecido como CS) foi um dos responsáveis pela popularização das LAN Houses em todo o mundo. Além disso, graças a Counter-Strike, uma nova modalidade nasceu (ou pelo menos ganhou um nome) entre as pessoas que jogavam muito e se dedicavam mais que o normal: O esporte eletrônico. 

Tudo isso porque Counter-Strike foi o pivô de várias disputas entre equipes de jogadores (ou clãs), que com grandes sessões de treinamento, conseguiam conduzir um time com uma organização impressionante, onde para cada membro do time, uma função específica era atribuída. Logo a seguir iremos comentar mais a respeito desse “treinamento intensivo”, que em alguns momentos chegou a ser curioso e até mesmo bizarro. 

De um pequeno mod a um sucesso 

A história de Counter-Strike começou em meados de 1996, quando um desenvolvedor de jogos vietnamita (naturalizado canadense) chamado Minh Le conheceu o jogo Quake, que na época era um grande sucesso do gênero. Pouco tempo depois, ele conhece também o SDK (kit de desenvolvimento) do jogo, e passa a usar o seu talento para desenvolver alguma coisa relacionada ao jogo de tiro que tanto gostou. 



O seu mod para Quake era baseado em operações feitas por fuzileiros navais, e por isso seu mod se chamou Navy SEALs. Nesse jogo, você era um soldado pertencente ao exército de fuzileiros dos Estados Unidos, e outra coisa que chamou a atenção foi que seu criador adicionou novas armas, que não estavam presentes na versão original de Quake. 

Assim que o jogo Quake 2 foi lançado, o desenvolvedor independente também adquiriu o seu kit de desenvolvimento, e depois de um tempo criou o que foi a “evolução” de Navy SEALs: Um novo mod chamado Action Quake 2, que era ainda mais semelhante ao CS que já conhecemos. O novo elemento fez um sucesso bem maior que seu antecessor, e a id Software o elegeu para estar presente em um pacote oficial de mods para Quake 2. 

O Nascimento do CS 

Half Life Counter-Strike (Foto: Reprodução)

Depois que Action Quake 2, Minh Le continuou a estudar Ciências da Computação, além de ter seus trabalhos paralelos como desenvolvedor de mods. Dessa vez, o jogo do momento era Half-Life, um lançamento da época. Também foi durante esse período que Minh Le conheceu Jess Cliffe, e juntos começaram a trabalhar em outro mod, que todos nós já conhecemos muito bem: O Counter-Strike. Pela primeira vez na história, um mod de jogo acabaria se tornando muito mais famoso que o próprio jogo do qual ele foi criado. 

Com o lançamento da primeira versão de Counter-Strike, em 1999, sua popularidade foi crescendo em um ritmo exponencial, a ponto de que Minh Le chegou a se dedicar totalmente ao mod, deixando a sua faculdade de lado. Acham que a decisão de Le foi um erro? Desnecessário dizer que não. 

Enquanto isso, Jess Cliffe também trabalhava no aprimoramento de Counter-Strike, juntamente com seu amigo Le. Além disso, Cliffe também gravou os comandos de rádio que são usados nas partidas, com sua própria voz, o que foi mais uma característica marcante de CS.

O período beta de Counter-Strike foi bem longo, e envolveu muito trabalho. A primeira versão beta aberta de CS foi lançada no dia 19 de junho de 1999, e o jogo começou a ter atualizações semanais. O suporte constante ao jogo, aliado a diversão que ele já proporcionava, foi a fórmula certa para trazer milhões de fãs pela internet.

Ao todo foram 19 versões beta do jogo, até que Counter-Strike, versão 1.0 foi lançado no ano 2000. 

Uma oportunidade vista 

Quando Counter-Strike estava em sua quarta versão beta, a companhia Valve, criadora de Half-Life (de onde o CS foi criado como mod) viu uma oportunidade imensa nesse jogo, que já tinha uma identidade própria. A aposta da Valve estava apenas começando, e juntamente com a distribuidora de jogos Sierra, conseguiram a autorização para comercializar Counter-Strike separadamente, sendo um tipo de extensão de Half-Life. 

Menu principal de Counter-Strike, uma imagem muito famosa entre os fãs (Foto: Divulgação)

Assim que CS começou a ser vendido, o negócio ficou ainda mais sério e vários sites de jogos em todo o mundo fizeram grandes críticas positivas. A essa altura do campeonato, o jogo já era uma febre mundial e seus criadores tiveram a sua recompensa: Tanto Minh Le quanto Jess Clife foram contratados pela Valve para continuar a desenvolver Counter-Strike e também um sucessor, Counter-Strike 2. Pouco tempo depois, esse projeto foi cancelado e o foco se manteve apenas no primeiro CS, o que não foi uma má idéia. 

Profissão: Jogador de CS 

Com o sucesso gigantesco de Counter-Strike no mundo, e o início da internet de banda larga, houve um problema: Tratava-se de uma tecnologia cara demais e isso abriu uma porta para um novo tipo de negócio que existe até hoje, tanto no Brasil quanto em vários lugares do mundo: As LAN Houses. Esses estabelecimentos podiam contratar uma internet de qualidade a um alto preço, onde vários computadores conectados em rede local poderiam ser utilizados. E qual era o melhor lugar para um jogador disputar CS com seus amigos, sem gastar muito dinheiro? 

WCG 2010, evento que trouxe Counter-Strike na lista dos campeonatos (Foto: Divulgação)

Por causa disso, as LAN Houses e Counter-Strike estão fortemente ligados até os dias de hoje, o que se tornou um grande passatempo para os jovens. Como existiam muitos jogadores de CS em LAN Houses, muitas equipes nasceram e assim o jogo foi levado cada vez mais a sério pelos jogadores com perfil mais hardcore. Além disso, vários campeonatos de CS foram criados pelo mundo, entre eles os mais famosos foram o World Cyber Games (WCG), o Electronic Sports World Cup (ESWC) e o World e-Sports Games (WEG). 
saiba mais sobre CS




Tais campeonatos motivaram os jogadores realmente dedicados a encararem o Counter-Strike como uma verdadeira profissão. E tais jogadores ganharam muito dinheiro vindo de patrocinadores, e prêmios de torneios. Assim, começaram a existir equipes profissionais de CS que chegavam a treinar por mais de 6 horas diárias, aprimorando suas técnicas e reflexos. 

Existem histórias curiosas a respeito de clãs profissionais de Counter-Strike, como é o caso de uma equipe russa que em 2009 passou por um dos treinamentos mais exaustivos e difíceis do qual podemos imaginar: O treinador da equipe contratou várias strippers para que, durante o treino do time, tentassem tirar a atenção dos jogadores seduzindo-os, e os coitados eram proibidos de sequer olhar para elas. Dessa forma, eles teriam um foco ainda maior na partida, esquecendo literalmente, tudo que estivessem ao seu redor. Mesmo que fossem mulheres nuas. 


Essa foi uma cena real, onde strippers testavam a concentração de um time russo de Counter-Strike. Nem elas tiraram o foco dos jogadores. (Foto: Divulgação)

A evolução do Counter-Strike 

O famoso Counter-Strike versão 1.6 foi lançado em setembro de 2003, e até hoje é a versão preferida de CS por muitos jogadores. Além disso, o título foi durante muito tempo, o mais jogado da plataforma Steam, que havia sido lançado na mesma época (e que seria outro sucesso mundial, mas isso é outra história). Esse título foi mantido por CS durante muito tempo, mas nem tudo foram flores: Algumas mudanças feitas na versão 1.6 foram criticadas pelos fãs do jogo, como o Riot Shield, um escudo usado no time dos Contra Terrotistas (CTs) e que dava proteção total contra disparos frontais. 

O escudo fez com que o jogo ficasse muito desequilibrado, e a Valve admitiu esse erro posteriormente, onde o escudo foi extinto da série. Com o sucesso do multiplayer de Counter-Strike, os produtores perceberam que poderiam incluir um modo campanha no jogo, para que as pessoas pudessem se divertir enquanto estivessem sozinhas (isso já era possível com bots, mas não era algo muito legal). 



Com o auxílio do estúdio Rogue Entertainment, foi desenvolvida a versão com campanha de CS, chamada de Condition Zero. Além da Rogue, outros estúdios também trabalharam no desenvolvimento de Condition Zero, como a Gearbox Software, e por fim a Turtle Rock Studios. Durante essas transições, foram feitas várias otimizações nas texturas originais do jogo, além de melhorias na inteligência artificial. 

CS: Source – Nova geração e novo visual 

Depois que Condition Zero foi lançado, o jogo pareceu ter uma estabilidade. Ganhava atualizações periódicas de melhorias (um costume da Valve até os dias de hoje), e tudo estava bem. Mas o que ninguém esperava eram os novos planos da Valve, de apresentar uma nova versão de Counter-Strike, mas dessa vez com uma verdadeira revolução visual, graças ao novo motor gráfico de Half-Life 2, a Source. 

Comparação gráfica entre CS 1.6 (à esq.) e CS: Source (à dir.) (Foto: Divulgação)

O Counter-Strike: Source trouxe uma nova vida ao CS, mas não foi tão famoso quanto o lendário CS 1.6. Isso porque o jogo apresentou uma física diferente, que comprometeu o dinamismo das partidas da qual os jogadores de 1.6 estavam acostumados. Com isso, os altos reflexos dos jogadores não eram mais tão necessários na nova versão. Mesmo assim, o jogo teve uma quantidade muito satisfatória de vendas e sucesso. 

Counter-Strike no Brasil 

O jogo foi um grande sucesso no mundo todo, isso todos já sabemos. Mas aqui no Brasil, Counter-Strike enfrentou alguns problemas maiores, como a decisão que foi tomada em 2008 pelo juiz federal Carlos Alberto Simões de Tomaz, da 17 ª Vara Federal do Estado de Minas Gerais. Tal decisão proibia a venda dos jogos Counter-Strike e EverQuest, um jogo de RPG. 

O juiz alegou que os dois jogos proibidos traziam estímulos à subversão da ordem social, que atentava contra o estado democrático e de direito e contra a segurança pública. Em outras palavras, os jogos deixavam os jogadores violentos e os estimulavam à prática do terrorismo. 

Mapa cs_rio, que causou polêmica e motivou a proibição do jogo no Brasil (Foto: Divulgação)

Na verdade, toda essa história começou quando o famoso mapa cs_rio foi criado pelo jogador brasileiro apelidado de Mataleone, que era inspirado nas favelas do Rio de Janeiro. Desnecessário descrever, pois muitos já conhecem, mas os CTs precisam subir o morro e resgatar os reféns das mãos dos traficantes (time terrorista). O mapa ficou muito bem feito e cheio de detalhes. 
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Atualmente, a venda de Counter-Strike no Brasil voltou a ser liberada pelo Tribunal Regional Federal da 1ª Região, em Brasília. Quem lutou pela liberação do jogo no país foi a Electronic Arts, que alegou que o jogo já era comercializado como “impróprio para menores de 18 anos”, ou seja, o jogo estava dentro das normas e com um público alvo definido, que eram somente os maiores de idade. 

Counter-Strike: Global Offensive 

A mais nova versão de Counter-Strike foi confirmada pela Valve há poucos dias, e será chamada de Global Offensive. Com lançamento previsto para o início de 2012, o novo título ainda não tem maiores detalhes a respeito de sua jogabilidade ou imagens, mas já teve o lançamento confirmado para a PlayStation Network, Xbox Live Arcade e Steam, onde o jogo será vendido para PC e Mac. 

Primeira imagem de Counter-Strike: Global Offensive (Foto: Divulgação)

Novos sistemas também serão implementados, como matchmaking, leaderboards e muito mais. A notícia veio no exato mês em que o CS Beta 1 completa 12 anos de idade. Maiores informações serão reveladas na Eurogamer Expo 2011 e PAX, eventos de games previstos para os próximos meses. 


Além das versões tradicionais de CS, existe também Counter-Strike Online, que é uma versão refeita de Condition Zero e que é distribuído pela Nexon Corporation, com autorização da Valve. Trata-se de uma versão grátis do jogo e que é apenas distribuída em países da Ásia. Foi lançada em 2008 e até o momento, existem 5 versões diferentes desse título. 

Curiosidades sobre CS: Linguagens populares 

Como todo jogo que faz sucesso e repercute mundialmente, é difícil admitir que Counter-Strike não tenha influenciado pessoas. Não para práticas terroristas, mas sim em expressões que hoje em dia são frequentemente usadas em partidas online de vários jogos.


Um "sniper" em posição de "camper", onde ele espera pacientemente algum alvo aparecer para atirar (Foto: Divulgação)

Diversas gírias foram criadas com o passar do tempo, em sua maioria abreviações para palavras com grande pronúncia. Abaixo está uma pequena lista de expressões normalmente usadas no jogo, e poderá até mesmo aprender algumas coisas, que são usadas em vários outros jogos: 

TR: Terrorista
CT: Contra-Terrorista
TK: Team Killer (Jogador que mata o próprio companheiro de time)
HS: Head Shot (Tiro na cabeça)
Travar: Bloquear a passagem de um companheiro de time
Plantar a bomba: Armar a bomba no alvo que está no mapa
Defusar: Desarmar a bomba (vem do inglês “defuse”)

Outras expressões já usadas em jogos online também foram incorporadas em CS, como:

Noob: Novato (vem do inglês “newbie”)
Rushar: Correr sem parar para o objetivo do mapa (vem do inglês “Rush”)
Ammo: Munição (do inglês “ammunition”)
Sniper: Jogador com a função de atirador de elite
Xiter: Jogador que usa algum tipo de trapaça (do inglês “cheater”)
Kickar: Expulsar o jogador de um servidor (do inglês “kick”)
Camper ou Camperar: Jogador que se esconde o tempo todo, para matar sem que o descubram. Normalmente é o “Sniper”
X1: Disputa individual entre dois jogadores, sem a intervenção de outros.
FF: Friendly Fire (o mesmo que TK).

domingo, 21 de agosto de 2011

'Chaves' elogia o Brasil em entrevista a Ratinho



Divulgação/SBT
Roberto Bolaños, 82 anos, intérprete do personagem Chaves, concedeu uma entrevista (assista aqui) ao apresentador Ratinho, do SBT, em um especial comemorativo dos 30 anos da emissora. O ator elogiou o Brasil e disse que o País possui um público exigente.



"No geral, o público aplaude facilmente o que é grosseiro. E no Brasil aplaudem o inteligente. Então, estamos falando de um público inteligente. E isso me deixa muito orgulhoso. Acredito que Chaves apresenta algo muito importante, que é o amor", opinou.

De acordo com Bolaños, casado com Florinda Meza, intérprete de Dona Florinda, o elenco de "Chaves" se vê com pouca frequência. Ele conta que se encontra mais com Rubén Aguirre, que fez o professor Girafales.

A entrevista foi ao ar nesta sexta-feira, dia 19.

Ativistas mobilizam-se no Brasil e no exterior contra Usina de Belo Monte

Ativistas mobilizam-se no Brasil e no exterior contra Usina de Belo MontePor Gilberto Costa, da Agência Brasil | Yahoo! Notícias – 14 horas atrás

Brasília – Os movimentos Brasil pela Vida nas Florestas, Xingu Vivo para Sempre e a Frente Pró-Xingu querem fazer deste sábado (20) – Dia Internacional da Ação em Defesa da Amazônia – um dia de protesto contra a construção da Usina de Belo Monte, no Rio Xingu, no Pará. As organizações alegam que 80% das águas do Xingu serão desviadas e que mais de 20 etnias indígenas ficarão desabrigadas após a construção da hidrelétrica.



Índios de diversas etnias do Parque do Xingu participaram do ato na Av. Paulista.Os ativistas programaram manifestações em Belém, Brasília, no Rio de Janeiro e em São Paulo, e protestos contra a obra em mais 11 cidades. Segundo os movimentos sociais, haverá manifestações também na próxima segunda-feira (22) em cerca de 20 cidades em 16 países - entre eles, os Estados Unidos, a Alemanha, a Inglaterra, a Noruega, o Irã, a Turquia e a Austrália. Os protestos serão em frente às embaixadas e consulados brasileiros.

Para Clarissa Beretz, do Movimento Brasil pela Vida nas Florestas, a mobilização internacional contra a usina é estratégica. “Quando vira uma questão mundial, os holofotes voltam-se para ela”. Este ano, a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA) recomendou que o Brasil suspendesse as obras da usina.

Além da OEA, organização da qual o Brasil faz parte, entidades estrangeiras com forte influência na opinião pública internacional, como a Amazon Watch e a Anistia Internacional, criticam a obra. Clarissa Beretz espera que, com a visibilidade no exterior, o governo mude a posição “intransigente” e converse “democraticamente” com as os movimentos contrários à hidrelétrica. “Sabemos que o país precisa de energia, mas queremos discutir alternativas”, disse ela, ressaltando que o o potencial da luz solar e dos ventos (energia eólica) podem ser mais bem aproveitados.



A manifestação em São Paulo ocorreu no vão livre do Masp.Na opinião da jornalista Verena Glass, a construção de Belo Monte chama a atenção internacionalmente por causa do impacto na Amazônia, por causa da violação de direitos humanos dos povos indígenas e porque fere tratados internacionais dos quais o Brasil é signatário. “Com que cara vamos sediar a Rio+20?”, pergunta Verena, referindo-se à principal conferência ambiental internacional que o Brasil sediará no próximo ano.

Segundo a jornalista, os movimentos sociais também vão questionar a atuação de bancos públicos e privados no financiamento de obras como Belo Monte. De acordo com Verena, os principais bancos brasileiros participam de acordos internacionais que restringem o financiamento de atividades de impactos social e ambiental negativo.

sábado, 20 de agosto de 2011

Apple vale tanto quanto todos os 32 maiores bancos da zona do euro

Estatística foi apurada nesta sexta-feira pela Thomson Reuters.
Desde 2007, bancos perderam três quartos de seu valor.

Da Reuters
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Valor de mercado da Apple chegou a
US$ 340 bilhões (Foto: Paul Sakuma/AP)


A Apple vale tanto quanto todos os 32 maiores bancos da zona do euro, segundo estatísticas apuradas nesta sexta-feira (19) pela Thomson Reuters.


A comparação é resultado de uma queda acentuada no preço das ações de instituições financeiras – incluindo Santander, BNP Paribas, Deutsche Bank e Unicredit – ante o preço estável dos papeis da companhia de Steve Jobs.


Mais cedo nesta sexta-feira (19), o índice DJ STOXX de bancos europeus caiu 4%, implicando um valor atual de seus 32 integrantes de US$ 340 bilhões. O valor de mercado das instituições financeiras é baseado no volume de ações em circulação no mercado, que no caso de alguns bancos franceses, em particular, é menor do que 100%.


Desde o pico em maio de 2007, os bancos da zona do euro perderam três quartos de seu valor. Em contraste, o valor de mercado da Apple disparou a US$ 340 bilhões em meio ao sucesso do iPad e do iPhone.


Maior empresa do mundo
Em 10 de agosto, no fechamento do pregão da bolsa de valores NASDAQ, em Nova York, a somatória das ações da Apple – índice conhecido como capitalização de mercado – superou o da petrolífera Exxon Mobil. Pela primeira vez em seus 35 anos de história, portanto, a Apple foi listada no fechamento como a líder na lista de gigantes em valor de mercado.


A liderança veio por conta da crise no mercado americano, instaurada após o país ter tido dificuldades para se livrar de uma ameaça de calote e ter a nota de sua dívida pública rebaixada pela agência de classificação de risco Standard and Poor's. Como resultado, as ações da Exxon tiveram uma queda mais acentuada que as da Apple.



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Tablets são legais, mas não substituem PCs, diz pesquisa

O "fenômeno tablet" é uma realidade, e esse segmento, cada vez mais presente não somente na rotina de seus usuários, como também em notícias de jornalismo tecnológico, aparentemente terá sua curva de crescimento estabilizada em alguns anos. Ou pelo menos é o que afirmam alguns pesquisadores especializados no assunto.
Qual será o futuro dos tablets? (Foto: Reprodução)

Quem já usou (ou brincou) com um tablet conhece seus recursos, e, possívelmente, os acha bastante interessantes. Muitos, contudo, enxergaram neles apenas uma parcela das possibilidades ou usos que são encontrados em computadores pessoais (digamos, “mais completos”). A impossibilidade de desenvolver códigos com algum deles é, para alguns, o motivo de desistência da ideia de adotar um tablet.

Esse pensamento foi confirmado pela empresa de censo Robert W. Baird & Co. Já tendo realizado uma pesquisa sobre este assunto anteriormente, a pesquisadora acaba de divulgar novos dados sobre a opinião dos consumidores com relação aos tablets.

Em uma consulta realizada com 1.114 usuários, a empresa avaliou que 6% viveria tranquilamente somente com o uso de um tablet, e 11% cogita poder viver sem um PC em alguns anos, vislumbrando e apostando na evolução do nicho em que o iPad impera.
Estatísticas em relação ao fenômeno (Foto:
Reprodução)

Entretanto, 83% considera que PCs são bens ainda bastante úteis e relevantes em nosso dia a dia, e acreditam que isso ainda será mantido por um longo tempo. Dentre os entrevistados, 74% ainda acredita que, mesmo possuindo um tablet, o uso de PCs é bem-vindo em suas rotinas.

Demarcação de território


Em relação a marcas e modelos, a Robert W. Baird & Co, de certa forma, confirmou o que já sabíamos, só que de maneira mais precisa: 93% dos entrevistados que possuíam tablet tinham algum modelo deiPad, e em relação àqueles que pretendem comprar um tablet, 94,5% cogita adquirir um exemplar da Apple;

Enquanto isso, 10,4% se interessa pelo HP Touchpad, 8,3% pelo Samsung Galaxy Tab 10.1, 8,5% pelo Motorola XOOM e 4,3% pelo HTC Flyer. E você? O que acha em relação ao futuro dos tablets e em qual porção desta pesquisa seu uso figuraria? Deixe seus comentários.