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Das agendas eletrônicas aos palmtops, passando, é claro, pelos celulares simples, o trajeto tecnológico percorrido pelas ideias que viriam a convergir no smartphone não esteve livre de percalços. Mas as lições do passado não foram inúteis e, graças a elas, hoje podemos usufruir de produtos realmente admiráveis.
Para o trabalho e para o lazer, ou até mesmo para simplesmente entrar em contato com outras pessoas: os smartphones atuais cumprem todas essas atividades com eficiência. Nesse comparativo selecionamos os melhores aparelhos que já passaram pelo INFOlab. Alguns possuem melhor configuração, outros se destacam pela versatilidade, outros ainda se especializam na diversão, mas todos são celulares de excelente qualidade.
Para quem não valoriza recursos adicionais, como uma HDMI nativa, leitor biométrico, docks inclusas no pacote oficial para usar o smartphone como central multimídia ou fazer as vezes de netbook, o Galaxy S II é a opção mais forte do mercado. Com uma configuração de fazer inveja a qualquer outro, e um visual bem interessante, o aparelho da Samsung conquista por vários aspectos. Mas, para quem pretende expandir as fronteiras do smartphone, fazendo algo além do convencional, o Atrix toma a dianteira por ser mais versátil.
O adaptador MHL do S II, que permite exibir conteúdo em uma TV com resolução de 720p com HDMI ainda não é vendido oficialmente pela Samsung e, assim como no iPhone, os adaptadores costumam ser bem salgados. Esses e outros detalhes fazem com que o S II perca na nota para o Atrix, mas para o público geral, cujo o uso se limita ao smartphone, o aparelho é o melhor disponível no mercado.
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Num corpinho com menos de 1 centímetro de espessura, o Galaxy S II GT-I9100, da Samsung, traz uma configuração arrasadora. A força do processador de 1,2 GHz com dois núcleos e a tela de 4,3 polegadas são as maiores entre os smartphones que já passaram pelo INFOlab. O resultado dessa combinação são respostas instantâneas, sensibilidade ao toque excepcional e menus, fotos e vídeos com um aspecto muito bom. A câmera de 8 MP apresenta resultados acima da média. Os arquivos ficam armazenados nos 16 GB de memória interna. Quer mais espaço? É só adicionar um cartão microSD. Para isso, é preciso remover a tampa traseira de plástico texturizado, que, para alguns, não foi a melhor escolha para manter o visual classudo. Também há quem ache que a telona deixou o aparelho com proporções um pouco exageradas e sinta falta de uma saída microHDMI e da sintonia de TV, função presente no antecessor. Com o sistema Android mais moderno por trás, o modelo faz bonito no software, com aplicativos para editar texto e sincronizar arquivos por Wi-Fi. Mas tudo isso tem um preço: 1.890 reais.

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