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segunda-feira, 28 de maio de 2012

Cadillac moderno é movido a LinuxCadillac XTS 2013

Cadillac moderno é movido a Linux Cadillac XTS 2013 terá sistema inteligente baseado no sistema operacional criado por Linus Torvalds.


(Fonte da imagem: Divulgação/Cadillac)

Um novo veículo acaba de ser adicionado à lista de sonhos de consumo dos geeks. Trata-se do Cadillac XTS 2013, veículo inspirado no Cadillac tradicional, mas que conta com tecnologias modernas para agradar motoristas de todas as idades. O veículo contará com um sistema de bordo baseado na plataforma Linux, batizado de Cadillac User Experience (CUE).

O modelo contará com um processador de três núcleos baseado na arquitetura ARM, que deve alimentar dois displays: um de 8 polegadas com tela touch screen capacitiva e outro de 12,3 polegadas totalmente configurável e que ficará posicionado atrás do volante.

Algumas funções do veículo poderão ser acionadas por comandos de voz, em uma espécie de assistente pessoal similar o Siri, do iPhone 4S. Como o sistema será integrado a um GPS, bastará, por exemplo, pronunciar um endereço para que o sistema do carro trace a melhor rota e a exiba na tela em questão de segundos.

O veículo ainda não tem data para chegar às lojas, mas ao que tudo indica ele não deve ser lançado no Brasil. No mercado norte-americano, onde o lançamento foi anunciado, os preços devem ficar entre US$ 40 mil e US$ 60 mil.

Leia mais em:http://www.tecmundo.com.br/carro/24182-cadillac-moderno-e-movido-a-linux.htm#ixzz1wA9lk0Su

Qual é o Android certo para mim?

Qual é o Android certo para mim? Um passo a passo simplificado para você escolher um smartphone que atenda as suas necessidades.

Pensando em comprar um Android e não faz ideia de qual modelo escolher? Fique tranquilo, o Tecmundo vai ajudar você nesta tarefa. Separamos algumas dicas básicas para você saber por onde começar e não se arrepender na compra de um novo celular.
O que você busca em um smartphone?

Antes de pensar em comprar um Android, você precisa pensar nas atividades que você deseja realizar. Para definir o tipo de aparelho, basta responder a algumas perguntas básicas:
Você pretende jogar?
Utilizar o aparelho para fazer anotações?
Gosta de desenhar?
Navegar na web é suficiente?

(Fonte da imagem: Reprodução/Android)

Essas questões básicas servem para determinar seu perfil. De nada adianta adquirir o produto mais caro do mercado e usar apenas para enviar mensagens de texto. Da mesma forma, não funciona adquirir um produto à prova d’água que não tenha bom desempenho em games. Bom, para usar como exemplo, vamos supor que você pretende jogar.
Estipule uma faixa de preços

abemos o seu perfil, é hora de avaliar qual smartphone “cabe no seu bolso”. Considerando que é possível encontrar Androids de 300 a 2.000 reais, você não deve ter dificuldade ao selecionar diversos modelos para jogos. Em nosso exemplo, vamos pensar em um smartphone com preços entre 1.200 e 1.500 reais.
Qual o tamanho de tela ideal?

A resposta para essa pergunta depende muito do seu gosto. A tela do Galaxy Note pode ser a maior, mas isso não significa que ela é perfeita. É importante definir esse quesito, pois a partir dele você poderá começar sua pesquisa de mercado.

Caso você não faça ideia de qual display é ideal, vale visitar uma loja e avaliar alguns dispositivos — sem dar importância ao preço, pois ainda estamos pensando no tamanho da tela. Digamos que você prefere um aparelho com tela de 4 polegadas. Então, agora vamos partir para as especificações do produto.
Hardware: tudo depende da sua necessidade

Sabendo o tamanho de tela e preço, você já pode pensar nos recursos que são necessários no seu smartphone. É nesse momento que a consulta em sites especializados (como o GSM Arena), a leitura de análises (algumas disponíveis no Tecmundo) e a visualização de inúmeros vídeos são atividades importantes.

(Fonte da imagem: Divulgação/Qualcomm)

Primeiramente, é preciso pensar num dispositivo que atenda ao seu perfil. Como definimos que pretendemos adquirir um aparelho para jogos, então, um smartphone com processador e chip gráfico potentes é o mais recomendado.

Muitas vezes surgem dúvidas quanto à capacidade do smartphone, pois existem modelos com CPU dual-core e outros com chip de um núcleo. Vale buscar sites que tenham analisado os produtos selecionados ou vídeos que mostrem alguns jogos em execução.

Claro, também é importante avaliar o espaço de armazenamento interno, se existe entrada para cartão SD e a memória RAM. Enfim, todas as configurações que sejam básicas e definam o desempenho básico do smartphone precisam ser verificadas nesta etapa.

Caso seu perfil não seja de jogos, vale consultar páginas da web e averiguar se os modelos escolhidos desempenham bons resultados nas atividades pretendidas. Por exemplo, se você quer um Android para navegar, não adianta comprar um com suporte para dois chips, mas que não ofereça conexão 3G.
Recursos e sistema operacional

Muito bem, agora que você filtrou as buscas e tem ideia de alguns dispositivos interessantes, é hora de pensar nas demais configurações do aparelho. Neste momento, você deve avaliar as câmeras, o design, o som, a conectividade Bluetooth, os acessórios, teclado, sensores e outras funcionalidades.

Nesta parte do processo, você precisa verificar o sistema compatível. Alguns dispositivos não receberam o Android 4.0 e não vão ser atualizados para essa versão. Para determinadas tarefas, não há problema algum pegar um produto defasado. Todavia, se você pretende jogar ou ter o melhor desempenho, um dispositivo equipado com o Ice Cream Sandwich pode ser a escolha certa.
Escolha sua marca

Depois de tantos procedimentos, você deve ter dois ou três modelos em mente — talvez até mais. Agora, a melhor coisa a se fazer é ir até uma loja e testar os aparelhos. Verifique quais aplicativos vêm instalados por padrão, como é a interface do sistema, enfim, brinque e veja como é o desempenho dos dispositivos.

(Fonte da imagem: Reprodução/Android)

Ao escolher um modelo, você automaticamente escolhe uma marca. Vale ficar atento nesta escolha, pois algumas fabricantes podem simplesmente deixar de dar suporte ou fornecer atualizações para determinados smartphones. Pensar antes de comprar é fundamental!
É hora de comprar!

Agora que você testou os produtos, vale definir qual comprar e onde comprar. Os valores costumam variar conforme as lojas e as operadoras. Portanto, é importante ficar ciente que você pode pegar um aparelho mais avançado em um plano pós-pago ou conseguir um celular mais esperto se comprar em uma loja que ofereça desconto.

Enfim, você provavelmente leu este texto em alguns poucos minutos, todavia, descobrir qual é o Android certo para você pode demorar muitos dias — ou semanas. Esperamos que as dicas tenham sido úteis. Aproveite o campo de comentários para obter opiniões de outras pessoas que já compraram ou usam um Android.

Leia mais em:http://www.tecmundo.com.br/android/24179-qual-e-o-android-certo-para-mim-.htm#ixzz1w9zFIAqm

domingo, 27 de maio de 2012

Criador do Reddit quer criar Liga de Defesa da Internet Alexis Ohanian


Criador do Reddit quer criar Liga de Defesa da Internet Alexis Ohanian, de 29 anos, descreve o projeto como sendo uma espécie de Bat-Sinal para a rede mundial de computadores.

Por Wikerson Landim em 26 de Maio de 2012



Alexis Ohanian, criador do site Reddit, está desenvolvendo um projeto que visa criar uma espécie de quartel general de super-heróis para salvar a internet. Batizado de Liga de Defesa da Internet, o grupo funcionaria, conforme palavras dele, como uma espécie de Bat-Sinal, que poderia ser acionado sempre que a liberdade na rede estivesse em perigo.

A ideia é que os sites signatários da liga incluam em suas páginas algum tipo de código-fonte comum que, em uma eventualidade, poderia ser transformado visando algum tipo de protesto ou ainda medida de defesa diante de alguma ameaça à liberdade na rede mundial de computadores.

“Quando as pessoas virem que o Bat-Sinal foi acionado, saberão que é hora de fazer alguma coisa”, explica Ohanian. A proposta do grupo é criar um mecanismo viral que sirva como forma de protesto ao SOPA, ao PIPA, ao ACTA ou qualquer outra iniciativa que possa ser prejudicial à rede, segundo os organizadores.

Fonte: Forbes

quarta-feira, 16 de maio de 2012

iPhone brasileiro já está sendo vendido por preços mais baixos na Apple


iPhone brasileiro já está sendo vendido por preços mais baixos na Apple Store Aparelhos montados nas fábricas brasileiras já estão sendo distribuídos para os consumidores.

14.106 visualizações

Por Renan Hamann em 16 de Maio de 2012

(Fonte da imagem: Reprodução/Apple Store)

Os apaixonados pelos smartphones da Apple podem comemorar. A Apple Store (loja oficial da empresa norte-americana) já está vendendo os iPhones por preços mais baixos. Isso não representa descontos incríveis, mas pelo menos agora os valores cobrados pela Apple Store estão muito mais próximos aos das operadoras – o que, como disse o MacMagazine, é ótimo para quem mora em regiões mais afastadas, por exemplo.

Um dos fatores que contribuiu para que a Apple conseguisse baixar os preços dos aparelhos é a montagem deles no Brasil. Outra explicação importante é a redução do IPI cobrado sobre os aparelhos fabricados aqui. Com a redução nos valores, os iPhones passam a custar entre R$ 1.999 (versão de 16 GB) e R$ 2.599 (64 GB).

Fontes: MacMagazine

terça-feira, 15 de maio de 2012

Você se lembra do seu primeiro celular?






Esses são meus dumbphones. Na realidade, com exceção de um Treo que pouco durou comigo (devolvido!), esses são todos os anteriores ao primeiro iPhone. Eu sei, eu sei. Eu já devia ter me desfeito deles, mas não.


Hoje mais cedo, todos nós do Gizmodo estávamos conversando sobre quanta grana nós costumávamos pagar por celulares não tão espertos e do papo cheguei até essa foto. Eu não pegaria nenhum desses celulares de volta em uma aposta. Nem mesmo o T68i, que era o melhor celular anterior ao iPhone do mundo. Mas tenho um monte de histórias legais do joguinho Snake naquele ali mais à esquerda. E teve aquela vez em que eu estava jogando um game de boliche no Nokia do meio quando a polícia apareceu chutando a porta. (De verdade. Pergunte-me pessoalmente qualquer hora.) E wow, eu me lembro quando compre aquele RAZR, ele era queeeeeeeeeente.


A febre do RAZR chegou ao Brasil também e por um tempão ele foi sinônimo de status, embora não fizesse nada muito elaborado. Por aqui, eu (Ghedin) tive alguns poucos dumbphones antes das telas sensíveis a toques e dos sistemas operacionais modernos tomarem conta do mercado high-end. Morro de saudades da autonomia desses trambolhos.


Hoje, todos eles são basicamente lixo. Bem como o primeiro iPhone. E o segundo iPhone. E o velho Nexus One. Mas por algum motivo, somos mais nostálgicos com esses pedaços de sucata do que com outros. Talvez por eles representarem uma época que já se foi. E quanto a você? Antes dos smartphones aparecerem, o que você tinha no bolso?


fonte:
Gizmodo

sexta-feira, 11 de maio de 2012

FBI alerta sobre perigos com conexões de internet em hotéis

Órgão aconselhou em comunicado que os viajantes atualizem seus softwares antes de viajar; nenhum hotel ou programa específico foi citado

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O FBI alertou os viajantes sobre um aumento na presença de software malicioso nas conexões de Internet de hotéis, infectando computadores portáteis e outros dispositivos.

A polícia federal dos Estados Unidos não foi específica sobre uma rede de hotéis em particular, nem sobre o software envolvido, mas afirmou: “Análises recentes do FBI e de outras agências do governo demonstram que agentes maliciosos estão redirecionando os usuários por meio de janelas pop-up enquanto eles estabelecem uma conexão com a Internet, em seus quartos de hotel no exterior”.

“O FBI recomenda que os funcionários do governo, setor privado e acadêmico tomem cuidado extra antes de atualizar produtos de software através de sua conexão com a internet do hotel. A verificação do autor ou certificado digital de qualquer atualização solicitada para investigar se o programa corresponde ao fabricante do software pode revelar uma tentativa de ataque. O FBI também recomenda que as pessoas realizem atualizações em seus laptops antes de viajar, e que o façam diretamente do site do fornecedor do software se as atualizações forem necessárias enquanto estiverem no exterior”.

O órgão disse que normalmente os viajantes que tentam criar uma conexão com a internet em um quarto de hotel são surpreendidos com uma janela pop-up avisando o usuário sobre a atualização de rotina de um programa muito usado e legítimo. Se o usuário clica a aceita a instalação, o software malicioso é instalado no dispositivo.

O alerta foi emitido por meio de uma parceria do FBI com o Centro de Denúncias de Crimes da Internet (IC3, em inglês).

fonte:
idg

Oi anuncia banda larga 'popular' em mais 150 cidades

Com as novas praças, operadora passa a atender 1.382 municípios com acesso que varia entre R$ 35 e R$ 30, dependendo da isenção do ICMS.


Oi lançou hoje (10/05) em mais 150 municípios do Brasil a sua oferta de banda larga popular nos moldes do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) do governo federal. Até agora, 1.382 municípios foram beneficiados e até o fim de 2014, todas as localidades-sede dos 4,8 mil cidades da área de atuação da operadora serão atendidas.

As cidades contempladas em maio estão distribuídas em 17 estados: Alagoas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Paraíba, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Sergipe e Tocantins. Somando-se aos 1.382 municípios contemplados, a oferta de Oi Velox nos moldes do PNBL está presente em 24 estados.

As ofertas seguem o que estabelece o termo de compromisso de adesão ao PNBL, firmado pela Oi junto ao Ministério das Comunicações e à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Por iniciativa do governo federal, o PNBL orienta o processo de popularização da internet no Brasil. O foco é a ampliação do acesso à banda larga no País, promovendo a inclusão digital e reduzindo as desigualdades sociais e regionais no país.

O acesso Oi Velox nos moldes do PNBL oferece velocidade de 1Mbps e custa 35 reais por mês. Nos estados em que foi concedida isenção de ICMS para serviços de banda larga, a oferta é feita a 29,90 reais mensais. Em ambos os casos, o cliente não precisa pagar pelo modem, cedido em regime de comodato.

O cliente tem também a opção de escolher um provedor de acesso gratuito, conforme lista de empresas que atuam em parceria com a Oi, ou pagar por esse serviço, caso prefira um provedor que também seja parceiro da companhia, mas cobre pelo serviço.

fonte:
idg

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Oi e Vivo possuem novo provedor gratuito para banda larga

Iniciativa atende pessoas físicas e jurídicas, e oferece outros serviços, como hospedagem de domínios


O provedor Websolute anunciou que agora oferece acesso gratuito aos clientes de banda larga da Oi (Velox) e Vivo (Speedy). 

Ao contratar o serviço de banda larga dessas teles , é oferecida uma lista de opções de provedores – necessários para o uso da internet rápida das companhias, com exceção dos planos 3G –, entre pagos e gratuitos. Agora, a Websolute aparece entre os não pagos. Há também a opção de se cadastrar diretamente no site do Websolute no plano desejado e esperar um contato da empresa.

O serviço também conta com uma parte de hospedagem de domínios, e inclui uma ferramenta que permite ao cliente desenvolver seu próprio site ou e-commerce. É possível testar a ferramenta em seu link oficial. Para as pequenas e grandes empresas, estão disponíveis também serviços de registro de domínios, e-mail marketing e soluções de antivírus.

fonte:
idgnow

Vargas Llosa: Escrever para tablets banalizará a literatura

Escritor peruano disse temer que o suporte afete as obras literárias e repita a televisão, considerada por ele incapaz de transmitir grandes ideias e grande arte

O escritor Mario Vargas Llosa em Oxford, Inglaterra, em 2009 (David Levenson/Getty Images )

O escritor peruano Mario Vargas Llosa, de 76 anos, declarou nesta quarta-feira que a literatura criada "diretamente para os tablets" pagará o mesmo preço que a televisão, pois se banalizará e cairá na frivolidade. "É um temor, tomara que não aconteça", disse o Prêmio Nobel de Literatura de 2010 em discurso comemorativo dos 300 anos da Biblioteca Nacional da Espanha.

Vargas Llosa debateu a questão com o jornalista espanhol Sergio Vila-Sanjuán. Entre outros temas, o escritor mencionou sua paixão pela leitura desde criança, o nascimento de sua vocação literária, seu amor pelas bibliotecas e seu temor de que os aparelhos eletrônicos afetem o conteúdo da escrita.


Ao contrário do que dizem "com tanta certeza os defensores do livro eletrônico", assinalou o escritor peruano, "o suporte não é insensível ao conteúdo". A opinião é baseada, disse Llosa, no que aconteceu com a televisão. "Por que a televisão banalizou tanto os conteúdos, quando é um instrumento extraordinário para chegar a grandes públicos, mas foi incapaz de se transformar em um transmissor de grandes ideias, de grande arte ou literatura?", questionou.

Para o autor de Pantaleão e as Visitadoras (1973), A Guerra do Fim do Mundo (1981) eTravessuras da Menina Má (2006), entre outros, a televisão "não chegou a lugar algum, porque aponta ao mais baixo para chegar ao maior número de pessoas". Vargas Llosa, ao mesmo tempo, disse não se opor ao entretenimento e afirmou que existem boas séries televisivas, "mas ler (Marcel) Proust ou (James) Joyce não é o mesmo que assistir a uma série".

Diante de um auditório lotado – e com dezenas de pessoas acompanhando o evento por um telão do lado de fora –, Vargas Llosa afirmou que a coisa mais importante que aconteceu em sua vida foi aprender a ler aos cinco anos de idade. Desde então, segundo ele, começou a viver "grandes experiências" graças aos livros. "A leitura me mudou a vida", disse escritor. 

fonte:
(Com agência EFE)

domingo, 6 de maio de 2012

Prepare-se, os jogos hacker estão começando Telehack


Prepare-se, os jogos hacker estão começando Telehack recria o ambiente virtual da ARPANet e desafia o jogador a invadir estações e servidores, como se estivesse hackeando de verdade.



Terminal e conexão à internet são tudo o que um hacker precisa (Fonte da imagem: Stian Eikeland)

Que tal se sentir como um hacker de décadas atrás, daqueles que passavam o dia em frente a um terminal com fundo preto e letras verdes, digitando comandos aparentemente incompreensíveis? Pois Telehack é um game que possibilita ao jogador viver essa aventura na prática e, melhor ainda, sem correr o risco de ser preso pela Polícia Federal.

Recriando o ambiente virtual da ARPANet ― rede considerada como a mãe da internet ―, o jogo permite que você crie uma conta de usuário em uma das estações (host) disponíveis e, a partir dela, possa explorar outros computadores interligados, descobrindo portas abertas, comandos novos, rootkits e vulnerabilidades diversas que farão jogador subir de nível.

Entretanto, por ser próximo demais da realidade, Telehack pode não ser um game tão intuitivo para boa parte dos jogadores. Além de ser essencial possuir um bom domínio da língua inglesa, você também terá que se sentir à vontade em ambientes de linha de comando. Saber o que é um prompt ou conhecer os comandos básicos do Unix ajudará muito.

Mas não pense nisso como uma barreira para começar a jogar Telehack: se esse não for o seu caso, você poderá usar o game como incentivo para aprender. E para ajudá-lo nessa tarefa, o Tecmundo preparou um pequeno guia para o “caminho das pedras”, apresentando conceitos básicos e descrevendo os comandos essenciais.

Está preparado? Pois então acesse o site do game com o seu navegador favorito e siga as instruções abaixo.
Criando uma conta no Telehack

Crie um novo usuário antes de começar a jogar (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Apesar de ser possível explorar o ambiente inicial do game sem se cadastrar nele, é importante criar uma conta para o seu usuário. Dessa forma, você terá sua pontuação registrada e poderá entrar em contato com outras pessoas que estejam conectadas ao game. Para isso, digite o comando newuser no terminal e, em seguida, pressione Enter. Depois, basta informar o nome de usuário (username) e a senha (password).

Assim que você terminar o processo de criação da conta, estará automaticamente autenticado ao sistema. O que indica o sucesso no login é o prompt do interpretador de comandos, que passa de ponto (.) para arroba (@). Quando quiser finalizar a partida, digite o comando exit ou, então, pressione a combinação de teclas Ctrl + D.

Para acessar o jogo novamente e continuar de onde parou, basta se autenticar pelo comando login. Após pressionar Enter, o sistema exigirá nome de usuário e senha para que o jogador prossiga.
Comandos básicos

Lembre-se: o help é seu amigo (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

O programa mais útil da lista é o help. Ao executá-lo, você tem acesso a uma lista de outros comandos disponíveis em seu terminal. Ao lado de cada item há uma breve descrição, que explica o que o comando faz e como ele pode ser usado.

Entre as ferramentas disponíveis estão algumas indispensáveis para que o jogador cometa os “delitos virtuais”, como ping, finger, telnet, traceroute, hosts e ipaddr. Mas também há muitos inutilitários, como rain ― que simula pingos de chuva na tela ― e starwars, que executa uma versão em ASCII Art do grande sucesso de George Lucas.
Explorando a rede do Telehack

Como dito anteriormente, o Telehack recria a rede da ARPANet. Por isso, há muitos computadores de empresas e organizações militares ou educacionais prontos para serem invadidos ou usados. Para isso, existem alguns comandos que devem estar sempre na memória do “hacker” e que serão usados durante todo o jogo.

Entre eles, estão:
finger – lista os usuários cadastrados no host;
finger – lista informações sobre o usuário;
finger @host – lista os usuários de determinado host;
netstat – lista os hosts com os quais você pode se conectar;
ping - verifica se o host está ativo;
traceroute – verifica a rota entre você e o host destino;
more - lê o conteúdo de um arquivo;
telnet - usado para se conectar a um computador remoto;
rlogin – permite acessar outra máquina com o mesmo usuário e senha usados no momento.

Durante as missões do game, é comum você ter que acessar uma máquina que não está conectada diretamente a você. Nesse caso, é necessário invadir outras estações que possam levá-lo até o destino final. Quando não souber com qual login/senha se conectar a um host, tente o usuário guest, que dispensa o uso de passwords e costuma estar ativos nos servidores detelnet.

Mas vale a pena lembrar que, por ser de fácil acesso, o guest possui permissões muito restritas. Com ele é impossível, por exemplo, realizar uma conexão via rlogin ou telnet em outra estação. Entretanto, você pode usá-lo para espiar o conteúdo das máquinas conectadas à rede.
Primeira missão

Execute o comando quest para receber uma nova missão (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

Para receber sua primeira missão no jogo, use o comando quest. Dentro de alguns segundos, vocês ganhará um objetivo que, normalmente, consiste em acessar uma máquina e encontrar determinado arquivo que guarda um comando misterioso. Depois de chegar a esse comando, você deve executá-lo no servidor do Telehack, para comprovar que foi capaz de encontrá-lo. Então, execute quest novamente para obter uma nova missão e continuar a se divertir com o game.
Como completar uma missão

Digamos, por exemplo, que a missão passada por você inclui a leitura de um arquivo com extensão SYS no terminal decrwl. A primeira etapa a ser realizada é descobrir como chegar a essa máquina, ou seja, qual é o caminho até ela. Para isso, existe o comando uupath:

@uupath decwrl
telehack!oracle!decwrl

De acordo com a resposta do comando acima, é preciso se conectar ao host oracle e, só depois, ao decwrl. Portanto, chegou a hora de “colocar a mão na massa” e hackear pela primeira vez!
Porthack: invadindo máquinas

A boa notícia é que você não precisa começar do zero: o programa porthack, disponível no servidor telehack, automatiza o processo de procurar uma porta vulnerável no host a ser invadido e cadastrar o seu usuário nele. Para isso, execute run porthack no prompt de comandos.

Na tela de apresentação do software, pressione “Y” para continuar e, em seguida, informe o código apresentado na tela. Quando a mensagem “enter host” for apresentada, informe o nome da máquina a ser invadida. No caso do nosso exemplo, o host se chama oracle.

Depois de um tempo de processamento, o porthack listará as portas de comunicação abertas na máquina. Basta então indicar uma a uma, até que o programa consiga invadi-la. Depois de obter sucesso, execute o comando rlogin oracle para acessar a estação com o seu login e senha. O mesmo processo pode ser repetido a partir dessa estação para que você possa, então, chegar à máquina decwrl.
Executando o comando encontrado

Execute o monitor do sistema para invocar o comando secreto (Fonte da imagem: Baixaki/Tecmundo)

A parte final de uma missão costuma ser a execução de um comando que está escondido em um arquivo com extensão SYS. Normalmente, esse comando começa com as letras "dx" e possui duas sequências numéricas.

Mantenha o hábito de salvar esse comando em um arquivo de texto ou, então, de anotá-lo com papel e caneta, pois será necessário saber esses caracteres todos, para uso futuro.

Executar o comando encontrado não é uma tarefa trivial. Primeiro, é preciso voltar ao host inicial (telehack) pressionando a combinação de teclas Ctrl + D. Para ter certeza de que você se encontra na máquina certa, digite hostname e confira o nome do computador em que você está logado.

Quando chegar ao telehack, execute o comando call -151, utilizado em computadores Apple II para invocar o monitor do sistema, que permite ao usuário decifrar e inserir comandos em linguagem de máquina (assembly).

Tornar-se um hacker exige muito estudo e dedicação (Fonte da imagem: Don Hankins)

A confirmação de que o monitor foi invocado corretamente se dá pela mudança do prompt, que agora passa a ser representado por um asterisco (*). Mas para executar o comando encontrado no arquivo SYS, você precisa, antes, acessar o modo PTYCON, por meio do código 2425152g. Digite-o no monitor do sistema, pressione Enter e aguarde a confirmação de acesso.

Depois, basta colar o comando encontrado no arquivo SYS — dx 953336 551, por exemplo — e, em seguida, pressionar Enter. A conclusão do desafio se dá pela mensagem "%sys-ex-quest: CPU += 100". Para voltar à linha de comando, pressione Ctrl + D e, no monitor de sistemas, execute o comando r.
É só isso?

Essa é a operação básica do game, o essencial para que você comece a jogar. Mas existem tarefas mais avançadas, que podem trazer mais prestígio ao seu usuário entre a comunidade de jogadores.

Uma das diversões do game, por exemplo, é tentar obter acesso às máquinas como usuárioroot (administrador) e alterar a mensagem de boas-vindas, exibida sempre que alguém se conecta ao host. Com isso, o jogo se torna uma espécie de “capture a bandeira”: ao tomar o root de alguém, o usuário é avisado de que perdeu o posto e a corrida recomeça.

Telehack pode não ensinar alguém a hackear de verdade, já que faz uso de scripts e programas prontos, mas certamente ajuda o jogador a encarar o terminal de comandos de uma maneira mais despreocupada, deixando-o mais à vontade com os muitos cd, more e rlogin que podem ser executados na vida real.

fonte:

terça-feira, 1 de maio de 2012

O que fazer se um asteroide vier contra a Terra

O que fazer se um asteroide vier contra a Terra?Atacar um corpo celeste com armas nucleares parece ser a melhor opção para nos livrarmos de uma rocha espacial em rota de colisão com o nosso planeta.





25.406 visualizações



Por Felipe Arruda em 1 de Maio de 2012


Armas nucleares, quem diria, poderão salvar a vida dos terráqueos (Fonte da imagem: ShutterStock)

O tema é comum nas produções de Hollywood: um meteoro enorme se aproxima da Terra e os humanos serão extintos, como foram os dinossauros, milhões de anos atrás. A partir dessa premissa, sucessos como “Armagedom” e “Impacto Profundo” abusam dos dramas pessoais das personagens até o momento em que a ameaça (ou o planeta) é destruída.

Porém, o que poucos sabem é que, aqui na Terra, há pessoas cujos trabalhos envolvem encontrar a solução para uma situação semelhante na vida real. Em outras palavras, estamos falando não de cientistas que catalogam asteroides, mas que tentam encontrar maneiras de nos salvar deles.

Um desses profissionais é Robert Weaver, do Laboratório Nacional de Los Alamos (LANL). E como o disparo de mísseis e o lançamento de espaçonaves não são triviais, que podem ser feitos cotidianamente, o trabalho de Weaver consiste em simular ― no supercomputador Cielo ― como seria a aniquilação de um asteroide por meio de armas nucleares de 1 megaton, o que equivale a 50 vezes o poder de destruição das bombas lançadas em Hiroshima e Nagasaki, durante a Segunda Guerra Mundial.
Solução de acordo com o contexto

Em entrevista para a Popular Science, Weaver afirma que existe mais de uma maneira de afastar um asteroide para longe do nosso mundo. Uma delas seria a possibilidade de enviarmos uma espaçonave até a enorme pedra espacial e, então, tirar o corpo celeste da rota de colisão. Nessa ocasião, um laser também poderia ser usado em um dos lados da rocha para esquentá-la a ponto de alterar suas características orbitais e seu percurso.

Porém, essa seria a solução para casos em que a humanidade teria tempo suficiente de planejar o lançamento e eliminar a ameaça no espaço profundo, bem longe da querida Terra. Se um asteroide surgir “do nada” e o tempo para desviá-lo seja de apenas poucos meses, os responsáveis teriam que salvar os terráqueos com algo que foi feito para matá-los: armas nucleares.
Interceptação de asteroides

Asteroide Itokawa fotografado pela sonda Hayabusa (Fonte da imagem: JAXA)

Para suas simulações, Weaver conduziu um estudo que aceitava diversas variáveis, como a composição, porosidade e tamanho das rochas que compõem o asteroide. Mas, para começar, ele teve que optar por um escopo mais limitado e, por isso, escolheu o Itokawa, asteroide visitado, em 2005, pela sonda japonesa Hayabusa. Na ocasião, a nave não tripulada chegou a coletar amostras do corpo celeste e trazê-las de volta para a Terra, em 2010.

O trabalho de Weaver não leva em consideração como seria o transporte das armas nucleares até o asteroide, mas, além de haver pessoas que já estudam esse assunto, é comum entre a comunidade científica a ideia de que a humanidade possui todos os recursos necessários para chegar até um asteroide, e prova disso é o pouso da sonda Hayabusa sobre o Itokawa. Há também outros casos mais recentes, como a Dawn, da NASA, que atualmente orbita o 4 Vesta em meio ao cinturão de asteroides.

Como se não bastasse, a missão Deep Impact, também da NASA, fez com que uma sonda se chocasse contra um cometa em pleno espaço. Em outras palavras, se um asteroide estiver próximo o suficiente para nos ameaçar, nós certamente conseguiremos chegar até ele.
Como explodir uma rocha no espaço

Em branco, na imagem acima, o cinturão de asteroides do nosso Sistema Solar (Fonte da imagem: Wikipedia)

Até o momento, as simulações de Weaver renderam pelo menos uma boa notícia para a Terra: caso um asteroide de meio quilômetro de extensão se aproxime demais do Planeta Água, não precisaremos bancar o Bruce Willis e perfurá-lo antes de explodi-lo. Pelo menos essa é a solução para as rochas no formato oblongo, ou seja, de forma alongada, quase oval.

Ainda em depoimento para a Popular Science, Weaver fez questão de ressaltar que o centro do asteroide seria o local mais efetivo para a detonação, acabando com a rocha toda. Mas uma explosão na superfície seria efetiva o suficiente em qualquer um dos lados do asteroide. Porém, seria mais eficaz no lado curto.

Desde que descobriu isso, Weaver tem focado seus estudos nas explosões na superfície, já que essa seria uma missão muito mais simples. Como se não bastasse, é provável que a maioria dos asteroides não seja uma única pedra enorme e sólida, mas sim um conglomerado de pequenas rochas cobertas por uma camada de poeira conhecida como regolito. Dessa forma, um projétil poderia penetrar um pouco no interior do asteroide antes de explodir, aproveitando os benefícios de liberar a energia nuclear no interior do corpo celeste.
Há perigo após a explosão

O asteroide Ida, fotografado pela sonda Galileu, possui uma lua que o orbita (Fonte da imagem: NASA)

Os pais de vocês já devem ter ensinado sobre os perigos de se brincar com fogo, certo? Pois os cientistas também têm conhecimento de que armas nucleares podem piorar a situação. É possível, por exemplo, que, ao detonar um asteroide, ele possa se dividir em muitos pedaços grandes o suficiente para que ainda representem uma ameaça. Isso poderia duplicar ou triplicar as zonas de impacto, como no caso do filme “Impacto Profundo”.

Além disso, acreditava-se que, dependendo da explosão, os muitos pedaços de um asteroide poderiam se reagrupar novamente, formando uma nova ameaça. Mas, de acordo com as simulações de Weaver, as chances de isso acontecer são praticamente nulas, já que a bomba faria com que os pedaços do corpo celeste fossem disparados a uma velocidade muito grande, fazendo com que eles ficassem separados por distâncias que impediriam a ocorrência desse fenômeno.



Tudo isso, obviamente, foi descoberto com simulações que, de preferência, nunca precisarão ser colocadas em prática. Mas, como todos sabemos, um cientista prevenido vale por dois e, por isso, Weaver ainda tem muito trabalho a fazer. Por enquanto, ele começa a planejar a adição de novas variáveis aos seus estudos, como a simulação com rochas cada vez maiores, com cerca de 10 quilômetros de expansão.

Graças ao tr

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