
São Paulo – Após semanas de especulação, a Alemanha finalmente confirma a origem do surto de bactéria que já matou 33 pessoas no mundo: brotos de feijão.
Uma análise do Instituto Federal Alemão de Avaliação de Riscos (BfR) corrobora que o material contaminado veio de uma fazenda chamada Gärtnerhof, localizada em Bienenbüttel, na região norte do país.
A umidade e calor necessários para a criação dos brotos teriam favorecido o desenvolvimento da espécie O104:H4 da Escherichia coli enterohemorrágica (ECEH). A maior parte das bactérias E. coli é inofensiva – elas estão presentes nos intestinos de grande parte dos animais de sangue quentes, inclusive dos humanos. Porém, entre elas, existe um grupo capaz de produzir toxinas que danificam as células do sangue e os rins do qual as EHEC fazem parte.
Essas bactérias podem causar diarréia com sangue e dores abdominais e levar ao desenvolvimento de uma síndrome chamada HUS- uma doença mortal que afeta 10% dos pacientes com EHEC e possui 5% de mortalidade. Ela pode causar complicações neurológicas, como ataques, derrames e coma em 25% dos pacientes e deixar seqüelas nos rins de 50% dos sobreviventes.
Na Europa e até nos Estados Unidos, mais de 3 mil pessoas foram afetadas. Até a confirmação da origem do surto, as autoridades estavam alertando para que se evitasse consumir pepinos, alface e tomates – possíveis fontes de contaminação.
As autoridades averiguam ainda como a bactéria foi parar na fazenda e estudam implementar medidas sanitárias mais rígidas nas plantações do país.
Uma análise do Instituto Federal Alemão de Avaliação de Riscos (BfR) corrobora que o material contaminado veio de uma fazenda chamada Gärtnerhof, localizada em Bienenbüttel, na região norte do país.
A umidade e calor necessários para a criação dos brotos teriam favorecido o desenvolvimento da espécie O104:H4 da Escherichia coli enterohemorrágica (ECEH). A maior parte das bactérias E. coli é inofensiva – elas estão presentes nos intestinos de grande parte dos animais de sangue quentes, inclusive dos humanos. Porém, entre elas, existe um grupo capaz de produzir toxinas que danificam as células do sangue e os rins do qual as EHEC fazem parte.
Essas bactérias podem causar diarréia com sangue e dores abdominais e levar ao desenvolvimento de uma síndrome chamada HUS- uma doença mortal que afeta 10% dos pacientes com EHEC e possui 5% de mortalidade. Ela pode causar complicações neurológicas, como ataques, derrames e coma em 25% dos pacientes e deixar seqüelas nos rins de 50% dos sobreviventes.
Na Europa e até nos Estados Unidos, mais de 3 mil pessoas foram afetadas. Até a confirmação da origem do surto, as autoridades estavam alertando para que se evitasse consumir pepinos, alface e tomates – possíveis fontes de contaminação.
As autoridades averiguam ainda como a bactéria foi parar na fazenda e estudam implementar medidas sanitárias mais rígidas nas plantações do país.
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