Cientistas sempre quiseram criar motores, transistores e switches com tamanho próximo ao de uma molécula na esperança de que um dia isso poderia ajudar a combater doenças ou realizar certas tarefas de engenharia.
Agora, dois pesquisadores na Califórnia afirmou ter conseguido ligar 74 moléculas de DNA para efetuar um cálculo de raiz quadrada. Considerado como o maior circuito bioquímico já criado, ele pode ajudar na criação de pequenos testes de diagnóstico e novos biosensores.
Para criar os circuitos bioquímicos, Erik Winfree, professor de ciências da computação, sistemas neurais e computação, e bioengenharia no California Institute of Technology, e Lulu Qian, estudante fazendo pós-doutorado, usaram DNA para criar uma série de “portais com formato de gangorra” (foto abaixo) para produzir os sinais de ‘ligado’ e ‘desligado’ quando em contato com outra molécula.
Agora, dois pesquisadores na Califórnia afirmou ter conseguido ligar 74 moléculas de DNA para efetuar um cálculo de raiz quadrada. Considerado como o maior circuito bioquímico já criado, ele pode ajudar na criação de pequenos testes de diagnóstico e novos biosensores.
Para criar os circuitos bioquímicos, Erik Winfree, professor de ciências da computação, sistemas neurais e computação, e bioengenharia no California Institute of Technology, e Lulu Qian, estudante fazendo pós-doutorado, usaram DNA para criar uma série de “portais com formato de gangorra” (foto abaixo) para produzir os sinais de ‘ligado’ e ‘desligado’ quando em contato com outra molécula.

O trabalho deles foi publicado nesta semana no jornal Science.
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